quarta-feira, 28 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Dieckmann assume sofrer de verdade com cenas violentas: 'Difícil e doloroso'
Atriz comenta sobre o drama da traficada Jéssica e como lida quando a emoção toma conta em cena
09/11/12 às 17h59 - Atualizado em
09/11/12 às 17h59
A cena rendeu vários comentários e houve até quem suspeitasse que a atriz tivesse usado uma dublê. Mas Carol explica que não era o caso de ser substituída, já que a situação vivida pela personagem pedia interpretação e emoção: “A cena em si foi muito focada na emoção, naquilo que a Jéssica estava passando. Então, não teve dublê. O que foi ao ar não exigia um outro profissional, era uma cena de ator.” A atriz conta ainda que todo o trabalho foi fundamental para o resultado positivo de composição da persoangem: “Foi importante para chegar ao pós-estupro, porque foi uma construção da emoção. Tive que passar pelo processo todo, uma cena seguida da outra.”
Relembre aqui o momento em que Jéssica é violentada pelo capanga Russo
Além do abuso sexual, Carol já tinha gravado as cenas em que Jéssica apanhou do capanga de Lívia. A emoção também foi intensa. Tanto que, em uma delas, Carolina lembra que teve dificuldade para se desligar e retomar sua calma: “Fiquei chorando muito tempo ainda. Tive que esperar.”
Eu começo a gravar concentrada e a emoção é uma mágica que acontece na hora"
Carolina Dieckmann
Reveja: Jéssica é espancada no alojamento!
Também na cena do espancamento, Carolina foi emoção à flor da pele. O excelente desempenho da atriz vem, segundo ela, da bagagem que traz da vida pessoal e profissional. “Já passei por emoções fortes em novelas anteriores. Emoções compatíveis com a vivência de uma menina de 20 anos de idade. Hoje já aconteceram outras coisas na minha vida que me deram uma gama de caminhos para chegar à emoção. Não é nem mais fácil, nem mais difícil. Mas é sempre difícil e doloroso quando você se emociona de verdade.”
Fonte: Globo Novela
Traficadas fazem ensaio sensual a mando de Lívia! Veja as primeiras fotos!
Rosângela, Waleska e Jéssica foram obrigadas a vestir trajes mínimos
22/11/12 às 21h44 - Atualizado em
22/11/12 às 22h39
Naquele Tempo... Entenda como Laura e Edgar podem se divorciar em 1904?
Direito ao divórcio foi uma das bandeiras das primeiras feministas no país
26/11/12 às 15h03 - Atualizado em
26/11/12 às 15h03
Dr. Antunes — Primeiro o juiz ouve um de cada vez, mas depois chama os dois, pra tentar a reconciliação do casal.
Laura — (tensa) Isso é mesmo necessário?
Dr. Antunes — A lei recomenda que seja assim. E é sempre bom ter uma chance pra mudar de ideia, não?
Laura — E se isso não acontecer?
Dr. Antunes — O juiz decreta o divórcio do casal, separação de corpos e de bens. E, segundo as leis, nenhum dos dois pode se casar de novo.
Laura — (firme) Assim seja..."
Durante o período colonial, não existia casamento civil no Brasil, e o matrimônio era regulado pelas leis da igreja - o Código de Direito Canônico, que admitia a separação dos casais, mas não lhes dava o direito de se casar novamente. Em 1890, após a proclamação da República, foi instituído o casamento civil, que se tornou obrigatório.
Mas a situação das pessoas que não estavam felizes em suas relações conjugais permaneceu inalterada. Por força do Decreto 181, os casais tinham direito ao divórcio, mas a indissolubilidade do matrimônio foi mantida, ou seja, o divórcio no período de Lado a Lado permitia apenas a separação de corpos e bens do casal. O termo divórcio foi substituído por desquite, em 1916, quando foi aprovado o Código Civil Brasileiro.
O drama de Laura e Edgar irá mostrar a situação vivida por milhares de casais brasileiros, que ao se separar não podiam reconstruir legalmente a sua vida afetiva e familiar em outros relacionamentos. Com destaque para a situação da mulher separada que era ainda mais difícil que a dos homens. O modelo a ser seguido pelas mulheres, que não precisavam trabalhar fora, era o da dona de casa perfeita, cujo dever era cuidar do marido e dos filhos.
A batalha pelo direito ao divórcio começou a ser travada no final do século XIX quando os deputados Lopes Trovão, Casemiro Jr., Leopoldo Bulhões e Guimarães Natal apresentaram uma emenda ao Decreto 181, que permitia aos separados contraírem um segundo matrimônio, que não foi aprovada.
Várias mulheres também participaram desse movimento como, por exemplo, as escritoras Andradina Oliveira, que escreveu o livro "Divórcio?", em 1912, e Francisca Clotilde, que lançou o romance "A Divorciada", em 1902, em que defendia a causa divorcista, a ousadia a fez perder o cargo de professora na escola em que dava aulas.
Finalmente, após anos de discussão no Congresso Nacional, em 1977, uma lei apresentada pelo senador Nélson Carneiro, instituiu o direito ao divórcio no país.
Por Luciane Reis
Nasceu! Longe de casa, Teresa dá à luz um menino e avisa Praxedes
O delegado comemora: 'Não vou ser mais o único homem nessa casa!'
24/11/12 às 14h27 - Atualizado em
24/11/12 às 14h37
O homem entrega um telegrama. “Quem morreu?”, pergunta Eulália. “Nasceu!”, comemora Praxedes, abraçando a mãe. “É um menino! Meu filho! Não vou ser mais o único homem nessa casa! Um menino, mamãe!”.
Longe do marido, Teresa (Susana Ribeiro) deu à luz um menino. Mas por que ela precisou se afastar tanto para ter o bebê?
Fique ligado em Lado a Lado e descubra! A cena vai ao ar na terça-feira, 27/11.
Fonte: Globo Esporte
Após ser rejeitado, Fernando diz que Laura é fria e decide seduzir Catarina
Ele conta tudo para Umberto, que tinha acabado de dormir com a cantora
26/11/12 às 12h16 - Atualizado em
26/11/12 às 12h16
Não perca a cena, que vai ao ar na terça, 27/11.
Fonte: Globo Novela
Tony Ramos visita Patrícia Pillar e Cassio Gabus Mendes no estúdio
Ator bateu papo com colegas e com o diretor Cristiano Marques
14/11/12 às 17h00 - Atualizado em
14/11/12 às 17h00
FONTE: Globo Novela
Jorginho critica frequente troca de técnicos e explica opção por Elias
Treinador do Bahia lamentou não estar a frente do time desde o início do Campeonato Brasileiro
Por GLOBOESPORTE.COM
Salvador
31 comentários
O desempenho da equipe no primeiro turno foi de envergonhar. Quinta pior campanha, com apenas 17 pontos nos 19 jogos disputados. Com Paulo Roberto Falcão e Caio Júnior, o Tricolor deixou a desejar. O desempenho geral empurra o time baiano para a atual 16ª colocação. Situação que tem deixado Jorginho incomodado.
- Se tivéssemos feito a mesma pontuação no primeiro turno, hoje seria diferente. O problema é que, quando muda demais... Quantas vezes o Náutico trocou de técnico? Nenhuma. Essas coisas são difíceis. Futebol não é fácil. Se fosse fácil, todo mundo estava nele. Mesmo com tudo organizado, jogadores de qualidade, como é o caso do Atlético-MG, ainda pode ficar fora da Libertadores. Para você ver o quanto futebol é difícil – opinou o treinador, que lembrou durante entrevista coletiva que a briga do Bahia pelo rebaixamento seria até a última rodada da Série A.
Em relação ao time que empatou em 1 a 1 com o Náutico, Jorginho saiu em defesa de Elias. O atacante foi o escolhido pelo treinador para entrar no time ainda no começo do jogo, quando Souza sentiu uma lesão muscular e teve que ser substituído. Muitos criticaram a opção por entender que Jones era quem deveria ter atuado.
- Jones Carioca não vinha em boa fase. E o Elias era a nossa melhor opção. É um cara que consegue se meter lá na frente. Ele foi até bem, cabeceou uma bola e o goleiro pegou. Ele fez o que podia, mas futebol é assim – lamentou Jorginho.
Com o empate de domingo, o Bahia se mantém na luta contra o rebaixamento até a última rodada. O Tricolor precisa de um empate com o Atlético-GO para continuar na Série A do Brasileiro em 2013
Jorginho critica frequente troca de técnicos e explica opção por Elias
Treinador do Bahia lamentou não estar a frente do time desde o início do Campeonato Brasileiro
Por GLOBOESPORTE.COM
Salvador
31 comentários
O desempenho da equipe no primeiro turno foi de envergonhar. Quinta pior campanha, com apenas 17 pontos nos 19 jogos disputados. Com Paulo Roberto Falcão e Caio Júnior, o Tricolor deixou a desejar. O desempenho geral empurra o time baiano para a atual 16ª colocação. Situação que tem deixado Jorginho incomodado.
- Se tivéssemos feito a mesma pontuação no primeiro turno, hoje seria diferente. O problema é que, quando muda demais... Quantas vezes o Náutico trocou de técnico? Nenhuma. Essas coisas são difíceis. Futebol não é fácil. Se fosse fácil, todo mundo estava nele. Mesmo com tudo organizado, jogadores de qualidade, como é o caso do Atlético-MG, ainda pode ficar fora da Libertadores. Para você ver o quanto futebol é difícil – opinou o treinador, que lembrou durante entrevista coletiva que a briga do Bahia pelo rebaixamento seria até a última rodada da Série A.
Em relação ao time que empatou em 1 a 1 com o Náutico, Jorginho saiu em defesa de Elias. O atacante foi o escolhido pelo treinador para entrar no time ainda no começo do jogo, quando Souza sentiu uma lesão muscular e teve que ser substituído. Muitos criticaram a opção por entender que Jones era quem deveria ter atuado.
- Jones Carioca não vinha em boa fase. E o Elias era a nossa melhor opção. É um cara que consegue se meter lá na frente. Ele foi até bem, cabeceou uma bola e o goleiro pegou. Ele fez o que podia, mas futebol é assim – lamentou Jorginho.
Com o empate de domingo, o Bahia se mantém na luta contra o rebaixamento até a última rodada. O Tricolor precisa de um empate com o Atlético-GO para continuar na Série A do Brasileiro em 2013
Fonte: GloboEsporte
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