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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Dieckmann assume sofrer de verdade com cenas violentas: 'Difícil e doloroso'

Atriz comenta sobre o drama da traficada Jéssica e como lida quando a emoção toma conta em cena

09/11/12 às 17h59 - Atualizado em 09/11/12 às 17h59
Carolina Dieckmann (Foto: Salve Jorge / TV Globo)Carolina Dieckmann (Foto: Salve Jorge / TV Globo)
Carolina Dieckmann está com suas emoções totalmente canalizadas para a personagem Jéssica, em Salve Jorge. Recentemente, a atriz precisou reunir forças para uma das cenas mais marcantes da trama: o momento em que a jovem sonhadora Jéssica é violentada sexualmente pelo capanga Russo.
A cena rendeu vários comentários e houve até quem suspeitasse que a atriz tivesse usado uma dublê. Mas Carol explica que não era o caso de ser substituída, já que a situação vivida pela personagem pedia interpretação e emoção: “A cena em si foi muito focada na emoção, naquilo que a Jéssica estava passando. Então, não teve dublê. O que foi ao ar não exigia um outro profissional, era uma cena de ator.” A atriz conta ainda que todo o trabalho foi fundamental para o resultado positivo de composição da persoangem: “Foi importante para chegar ao pós-estupro, porque foi uma construção da emoção. Tive que passar pelo processo todo, uma cena seguida da outra.”
Relembre aqui o momento em que Jéssica é violentada pelo capanga Russo
Jéssica fica arrasada depois de ser agredida por Russo (Foto: Salve Jorge/TV Globo)Atriz se emociona e sofre em cena
Carolina Dieckmann revela que não é fácil sofrer em cena. A intérprete de Jéssica conta que existe todo um preparo antes das gravações: “Eu começo a gravar concentrada e a emoção é uma mágica que acontece na hora. Você vai focada para vir na hora certa, ou você fica desgastando a emoção. No momento de gravar, você solta para vir - e vem.”
Além do abuso sexual, Carol já tinha gravado as cenas em que Jéssica apanhou do capanga de Lívia. A emoção também foi intensa. Tanto que, em uma delas, Carolina lembra que teve dificuldade para se desligar e retomar sua calma: “Fiquei chorando muito tempo ainda. Tive que esperar.”
Eu começo a gravar concentrada e a emoção é uma mágica que acontece na hora"
Carolina Dieckmann
Um dos artifícios utilizados pela atriz é a própria caracterização da personagem. Antes mesmo de entrar no estúdio, Carolina diz que já se sensibilizava ao se deparar com a maquiagem dos ferimentos de Jéssica. “Você imagina o quanto ela foi machucada e isso tudo vai fazendo com você acredite ainda mais. Apesar de que, na hora da cena, tem toda uma parte técnica que te exige mais atenção."
Reveja: Jéssica é espancada no alojamento!

Também na cena do espancamento, Carolina foi emoção à flor da pele. O excelente desempenho da atriz vem, segundo ela, da bagagem que traz da vida pessoal e profissional. “Já passei por emoções fortes em novelas anteriores. Emoções compatíveis com a vivência de uma menina de 20 anos de idade. Hoje já aconteceram outras coisas na minha vida que me deram uma gama de caminhos para chegar à emoção. Não é nem mais fácil, nem mais difícil. Mas é sempre difícil e doloroso quando você se emociona de verdade.”
     Fonte: Globo Novela

Traficadas fazem ensaio sensual a mando de Lívia! Veja as primeiras fotos!

Rosângela, Waleska e Jéssica foram obrigadas a vestir trajes mínimos

22/11/12 às 21h44 - Atualizado em 22/11/12 às 22h39
Waleska capricha na pose sensual  (Foto: Salve Jorge/TV Globo)Waleska capricha na pose sensual (Foto: Salve Jorge/TV Globo)
Lívia (Claudia Raia) quer diversificar os negócios e resolveu apostar na internet para lucrar ainda mais com as traficadas. A chefona colocou Rosângela (Paloma Bernardi), Jéssica (Carolina Dieckmann) e Waleska (Laryssa Dias) para fazerem um ensaio para lá de sensual.
Rosângela topa fazer o ensaio na boa (Foto: Salve Jorge/TV Globo)Rosângela topa fazer o ensaio na boa (Foto: Salve Jorge/TV Globo)
Ao receber as primeiras fotos, a vilã ordena a Irina: "Sensualiza mais!" Clique ao lado e assista à cena.
A jovem ambiciosa faz carão para as fotos (Foto: Salve Jorge/TV Globo)A jovem ambiciosa faz carão para as fotos (Foto: Salve Jorge/TV Globo)

Naquele Tempo... Entenda como Laura e Edgar podem se divorciar em 1904?

Direito ao divórcio foi uma das bandeiras das primeiras feministas no país

26/11/12 às 15h03 - Atualizado em 26/11/12 às 15h03
Laura e seu advogado, que cuida do divórcio (Foto: Lado a Lado/TV Globo)Laura e seu advogado, que cuida do divórcio (Foto: Lado a Lado/TV Globo)
" Laura — E nessa audiência... eu e Edgar... a gente tem que ir junto? Ficar frente a frente?
Dr. Antunes — Primeiro o juiz ouve um de cada vez, mas depois chama os dois, pra tentar a reconciliação do casal.
Laura — (tensa) Isso é mesmo necessário?
Dr. Antunes — A lei recomenda que seja assim. E é sempre bom ter uma chance pra mudar de ideia, não?
Laura — E se isso não acontecer?
Dr. Antunes — O juiz decreta o divórcio do casal, separação de corpos e de bens. E, segundo as leis, nenhum dos dois pode se casar de novo.
Laura — (firme) Assim seja..."

Muita gente pode achar estranho que os personagens Laura e Edgar se divorciem em 1904. Afinal, o divórcio só foi permitido no Brasil a partir de 1977, após anos de luta entre os divorcistas e a Igreja Católica. Como explicar, assim, a situação do casal mostrada em Lado a Lado? (Assista ao lado a cena do divórcio de Laura e Edgar)
Durante o período colonial, não existia casamento civil no Brasil, e o matrimônio era regulado pelas leis da igreja - o Código de Direito Canônico, que admitia a separação dos casais, mas não lhes dava o direito de se casar novamente. Em 1890, após a proclamação da República, foi instituído o casamento civil, que se tornou obrigatório.
Mas a situação das pessoas que não estavam felizes em suas relações conjugais permaneceu inalterada. Por força do Decreto 181, os casais tinham direito ao divórcio, mas a indissolubilidade do matrimônio foi mantida, ou seja, o divórcio no período de Lado a Lado permitia apenas a separação de corpos e bens do casal. O termo divórcio foi substituído por desquite, em 1916, quando foi aprovado o Código Civil Brasileiro.
O drama de Laura e Edgar irá mostrar a situação vivida por milhares de casais brasileiros, que ao se separar não podiam reconstruir legalmente a sua vida afetiva e familiar em outros relacionamentos. Com destaque para a situação da mulher separada que era ainda mais difícil que a dos homens. O modelo a ser seguido pelas mulheres, que não precisavam trabalhar fora, era o da dona de casa perfeita, cujo dever era cuidar do marido e dos filhos.
A batalha pelo direito ao divórcio começou a ser travada no final do século XIX quando os deputados Lopes Trovão, Casemiro Jr., Leopoldo Bulhões e Guimarães Natal apresentaram uma emenda ao Decreto 181, que permitia aos separados contraírem um segundo matrimônio, que não foi aprovada.
Várias mulheres também participaram desse movimento como, por exemplo, as escritoras Andradina Oliveira, que escreveu o livro "Divórcio?", em 1912, e Francisca Clotilde, que lançou o romance "A Divorciada", em 1902, em que defendia a causa divorcista, a ousadia a fez perder o cargo de professora na escola em que dava aulas.
Finalmente, após anos de discussão no Congresso Nacional, em 1977, uma lei apresentada pelo senador Nélson Carneiro, instituiu o direito ao divórcio no país.
Por Luciane Reis

Nasceu! Longe de casa, Teresa dá à luz um menino e avisa Praxedes

O delegado comemora: 'Não vou ser mais o único homem nessa casa!'

24/11/12 às 14h27 - Atualizado em 24/11/12 às 14h37
Praxedes vibra com o filho varão (Foto: Lado a Lado/TV Globo)Praxedes vibra com a notícia do nascimento do filho (Foto: Lado a Lado/TV Globo)
Tudo transcorria na santa paz, certa noite, na casa do delegado Praxedes (Guilherme Piva). Até um mensageiro bater à porta, quase matando de susto o delegado e a sua mãe, dona Eulália (Débora Duarte). Alerta, ele pega o cassetete e vai abrir a porta.
O homem entrega um telegrama. “Quem morreu?”, pergunta Eulália. “Nasceu!”, comemora Praxedes, abraçando a mãe. “É um menino! Meu filho! Não vou ser mais o único homem nessa casa! Um menino, mamãe!”.
Longe do marido, Teresa (Susana Ribeiro) deu à luz um menino. Mas por que ela precisou se afastar tanto para ter o bebê?
Fique ligado em Lado a Lado e descubra! A cena vai ao ar na terça-feira, 27/11.
  Fonte: Globo Esporte

Após ser rejeitado, Fernando diz que Laura é fria e decide seduzir Catarina

Ele conta tudo para Umberto, que tinha acabado de dormir com a cantora

26/11/12 às 12h16 - Atualizado em 26/11/12 às 12h16
Fernando só pensa em seduzir as mulheres do irmão (Foto: Lado a Lado/TV Globo)Fernando só pensa em seduzir as mulheres do irmão (Foto: Lado a Lado/TV Globo)
Fernando (Caio Blat) está decidido a ferir Edgar (Thiago Fragoso) de qualquer maneira. Para começar, o mau-caráter tentou agarrar Laura (Marjorie Estiano), a ex-mulher do irmão, enquanto oferecia uma carona. Ele não só tem coragem de fazer uma baixeza dessas, como depois ainda assume tudo para Umberto (Klebber Toledo), durante um papo no bar, fazendo o amigo até engasgar com a cerveja.
Umberto se engasga ao ouvir o nome de Catarina, que lhe deu um senhor passa-fora (Foto: Lado a Lado/TV Globo)Umberto se engasga ao ouvir o nome de Catarina
Depois, no maior despeito, Fernando diz que Laura recusou sua investida porque é fria, porque Edgar não soube despertar nela o desejo pelos homens. E, perverso, diz ao amigo que vai seduzir a “amante” do irmão. Umberto pergunta quem é essa mulher. Fernando revela: Catarina Ribeiro (Alessandra Negrini). Não dá outra: Umberto, que tinha acabado de passar a noite com Catarina, engasga de novo. É difícil de engolir mesmo, meu amigo!
Não perca a cena, que vai ao ar na terça, 27/11.
    Fonte: Globo Novela

Tony Ramos visita Patrícia Pillar e Cassio Gabus Mendes no estúdio

Ator bateu papo com colegas e com o diretor Cristiano Marques

14/11/12 às 17h00 - Atualizado em 14/11/12 às 17h00
Tony Ramos acompanhou ensaios de Lado a Lado com Patrícia Pillar e Cassio Gabus Mendes (Foto: Lado a Lado/TV Globo)Tony Ramos acompanhou ensaios de Lado a Lado com Patrícia Pillar e Cassio Gabus Mendes
Olha só quem visitou o estúdio de Lado a Lado: Tony Ramos, que vive o excêntrico Otávio de Guerra dos Sexos. O ator escapou das gravações da novela das sete na tarde desta quarta-feira, 14/11, para bater um papo com  Patrícia Pillar e Cassio Gabus Mendes, que ensaiavam cenas de Constância e Bonifácio, com o diretor Cristiano Marques.
   FONTE: Globo Novela

Jorginho critica frequente troca de técnicos e explica opção por Elias

Treinador do Bahia lamentou não estar a frente do time desde o início do Campeonato Brasileiro

Por GLOBOESPORTE.COM Salvador
31 comentários
Jorginho assumiu o Bahia na virada do turno da Série A do Campeonato Brasileiro. Foram 18 partidas à beira do campo. Aproveitamento de quem briga pelas primeiras colocações: sete vitórias, seis empates e cinco derrotas. Vinte e sete pontos conquistados e a quinta colocação no segundo turno do Brasileirão. Mas estes 18 últimos jogos não foram os únicos da competição.
O desempenho da equipe no primeiro turno foi de envergonhar. Quinta pior campanha, com apenas 17 pontos nos 19 jogos disputados. Com Paulo Roberto Falcão e Caio Júnior, o Tricolor deixou a desejar. O desempenho geral empurra o time baiano para a atual 16ª colocação. Situação que tem deixado Jorginho incomodado.
- Se tivéssemos feito a mesma pontuação no primeiro turno, hoje seria diferente. O problema é que, quando muda demais... Quantas vezes o Náutico trocou de técnico? Nenhuma. Essas coisas são difíceis. Futebol não é fácil. Se fosse fácil, todo mundo estava nele. Mesmo com tudo organizado, jogadores de qualidade, como é o caso do Atlético-MG, ainda pode ficar fora da Libertadores. Para você ver o quanto futebol é difícil – opinou o treinador, que lembrou durante entrevista coletiva que a briga do Bahia pelo rebaixamento seria até a última rodada da Série A.
Em relação ao time que empatou em 1 a 1 com o Náutico, Jorginho saiu em defesa de Elias. O atacante foi o escolhido pelo treinador para entrar no time ainda no começo do jogo, quando Souza sentiu uma lesão muscular e teve que ser substituído. Muitos criticaram a opção por entender que Jones era quem deveria ter atuado.
- Jones Carioca não vinha em boa fase. E o Elias era a nossa melhor opção. É um cara que consegue se meter lá na frente. Ele foi até bem, cabeceou uma bola e o goleiro pegou. Ele fez o que podia, mas futebol é assim – lamentou Jorginho.
Com o empate de domingo, o Bahia se mantém na luta contra o rebaixamento até a última rodada. O Tricolor precisa de um empate com o Atlético-GO para continuar na Série A do Brasileiro em 2013

Jorginho critica frequente troca de técnicos e explica opção por Elias

Treinador do Bahia lamentou não estar a frente do time desde o início do Campeonato Brasileiro

Por GLOBOESPORTE.COM Salvador
31 comentários
Jorginho assumiu o Bahia na virada do turno da Série A do Campeonato Brasileiro. Foram 18 partidas à beira do campo. Aproveitamento de quem briga pelas primeiras colocações: sete vitórias, seis empates e cinco derrotas. Vinte e sete pontos conquistados e a quinta colocação no segundo turno do Brasileirão. Mas estes 18 últimos jogos não foram os únicos da competição.
O desempenho da equipe no primeiro turno foi de envergonhar. Quinta pior campanha, com apenas 17 pontos nos 19 jogos disputados. Com Paulo Roberto Falcão e Caio Júnior, o Tricolor deixou a desejar. O desempenho geral empurra o time baiano para a atual 16ª colocação. Situação que tem deixado Jorginho incomodado.
- Se tivéssemos feito a mesma pontuação no primeiro turno, hoje seria diferente. O problema é que, quando muda demais... Quantas vezes o Náutico trocou de técnico? Nenhuma. Essas coisas são difíceis. Futebol não é fácil. Se fosse fácil, todo mundo estava nele. Mesmo com tudo organizado, jogadores de qualidade, como é o caso do Atlético-MG, ainda pode ficar fora da Libertadores. Para você ver o quanto futebol é difícil – opinou o treinador, que lembrou durante entrevista coletiva que a briga do Bahia pelo rebaixamento seria até a última rodada da Série A.
Em relação ao time que empatou em 1 a 1 com o Náutico, Jorginho saiu em defesa de Elias. O atacante foi o escolhido pelo treinador para entrar no time ainda no começo do jogo, quando Souza sentiu uma lesão muscular e teve que ser substituído. Muitos criticaram a opção por entender que Jones era quem deveria ter atuado.
- Jones Carioca não vinha em boa fase. E o Elias era a nossa melhor opção. É um cara que consegue se meter lá na frente. Ele foi até bem, cabeceou uma bola e o goleiro pegou. Ele fez o que podia, mas futebol é assim – lamentou Jorginho.
Com o empate de domingo, o Bahia se mantém na luta contra o rebaixamento até a última rodada. O Tricolor precisa de um empate com o Atlético-GO para continuar na Série A do Brasileiro em 2013
     Fonte: GloboEsporte