terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Jonílson dribla tristezas do passado como animador oficial do São José
Com passagens por vários clubes do Brasil, jogador usa a alegria para descontrair o ambiente da Águia do Vale e superar dores da vida
Por Danilo Sardinha
São José dos Campos, SP
Jonílson é um cara de bem com a vida. Aos 34 anos, ainda tem o
semblante de menino. De riso fácil e com uma brincadeira na ponta da
língua, é a atração no dia a dia do São José Esporte Clube, da segunda
divisão de São Paulo. Chega ao treino esbanjando animação. Em poucos
minutos, dá logo um peteleco na orelha de um, faz uma gozação com
outro... Não deixa escapar nenhuma oportunidade de fazer aquilo que mais
gosta: alegrar o ambiente da equipe.
O
volante Jonílson ao lado do roupeiro Noel (esquerda) e do massagista
Ademir (direita). Trio garante a diversão nos bastidores da Águia do
Vale (Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
Contratado pela Águia do Vale no início deste mês e com passagens por
Botafogo, Cruzeiro, Vasco, Atlético Mineiro, dentre outros, o volante
afirma ter essa característica há bastante tempo. Gosta de cultivá-la
para ser bem quisto por todos.
- Tenho essa facilidade de brincar com um e com outro. Sou brincalhão desde quando comecei a jogar. As pessoas dizem que é difícil me ver de cara feia. Não que eu não tenha problemas, mas sou alto astral mesmo. É bom estar em um lugar e as pessoas pensarem: “nossa, que cara gente boa” - afirma o jogador.
Apesar de ainda ter pouco tempo no clube, Jonílson já é figura marcante no elenco do São José. O massagista e o roupeiro da Águia que o digam. Ademir e Noel são constantes alvos das brincadeiras do jogador. Mesmo durante a entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, o volante não perdia a chance de tirar sarro com os dois quando passavam em frente ao vestiário do estádio Martins Pereira.
Jonílson brinca de ser repórter com o meia
Leandrinho durante o treino do São José
(Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
O técnico Márcio Bittencourt vê com bons olhos a postura do jogador
fora das quatro linhas. Segundo ele, é bom o grupo ter atletas que
deixam o ambiente descontraído. O meia-atacante Leandrinho é outro que
se diverte com o companheiro.
- Ele é uma figura. As pessoas até brincam que ele chega bêbado no treino, porque já vai zoando todo mundo (risos). O Jonílson é um cara muito simples e amigo do pessoal. Chegou e se entrosou rápido com o time - comenta o jogador.
Alegria por onde passa
A facilidade de entrosamento também aconteceu em outras equipes. Quando defendeu o Botafogo, em 2005, Jonílson diz que as brincadeiras o ajudaram a se enturmar com o grupo de jogadores. Dessa fase, tem uma recordação que o ainda faz dar risada quando é lembrada.
Contratado pelo Botafogo após boa passagem pelo Volta Redonda, ele chegou ao Fogão acanhado. A timidez era causada pelos jogadores experientes que estavam no elenco, como o zagueiro Scheidt e o lateral-direito César Prates.
- É difícil você chegar e sentar na mesa perto dos caras. Você fica um pouco retraído. Mas teve um dia que eu falei: “Vou sentar aí também. Vou derrubar essa panela”. Só que a minha panela não fazia nem miojo e a deles já cozinhava até galo velho. Daí todo mundo gostou do que eu falei e começaram a rir. Depois disso, comecei a brincar com todos - recorda.
Risos para apagar lágrimas
Jonílson carrega o sorriso no rosto não apenas para animar o ambiente do clube. A alegria, na verdade, foi uma forma encontrada pelo jogador para driblar a tristeza de um passado marcado por dor e dificuldades.
Aos dez anos, o atleta ficou órfão de pai e mãe. Mudou-se com os irmãos mais novos para a casa da tia logo depois. As condições não eram boas. Para o sustento deles, muitas vezes pediu comida na rua.
Atleta tenta ajudar a Águia do Vale conquistar o acesso ao Paulistão (Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
- Até hoje é uma dor difícil de superar. Quando chega o Dia dos Pais, o
Dia das Mães, eu sinto muito. Vou sentir a falta deles pelo resto da
minha vida. Mas, por eu ter passado isso, procuro agora transformar em
alegria.
- Às vezes, acontece alguma coisa que você vem trabalhar um pouco triste. Então, nada melhor do que você chegar, escutar uma música e encontrar um ambiente legal. Seus problemas acabam ficando do lado de fora. Você pensa: “eu tenho que ajudar aquele amigo porque ele está tentando me ajudar”. Esse é meu jeito de ser.
- Tenho essa facilidade de brincar com um e com outro. Sou brincalhão desde quando comecei a jogar. As pessoas dizem que é difícil me ver de cara feia. Não que eu não tenha problemas, mas sou alto astral mesmo. É bom estar em um lugar e as pessoas pensarem: “nossa, que cara gente boa” - afirma o jogador.
Apesar de ainda ter pouco tempo no clube, Jonílson já é figura marcante no elenco do São José. O massagista e o roupeiro da Águia que o digam. Ademir e Noel são constantes alvos das brincadeiras do jogador. Mesmo durante a entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, o volante não perdia a chance de tirar sarro com os dois quando passavam em frente ao vestiário do estádio Martins Pereira.
Leandrinho durante o treino do São José
(Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
- Ele é uma figura. As pessoas até brincam que ele chega bêbado no treino, porque já vai zoando todo mundo (risos). O Jonílson é um cara muito simples e amigo do pessoal. Chegou e se entrosou rápido com o time - comenta o jogador.
Alegria por onde passa
A facilidade de entrosamento também aconteceu em outras equipes. Quando defendeu o Botafogo, em 2005, Jonílson diz que as brincadeiras o ajudaram a se enturmar com o grupo de jogadores. Dessa fase, tem uma recordação que o ainda faz dar risada quando é lembrada.
Contratado pelo Botafogo após boa passagem pelo Volta Redonda, ele chegou ao Fogão acanhado. A timidez era causada pelos jogadores experientes que estavam no elenco, como o zagueiro Scheidt e o lateral-direito César Prates.
- É difícil você chegar e sentar na mesa perto dos caras. Você fica um pouco retraído. Mas teve um dia que eu falei: “Vou sentar aí também. Vou derrubar essa panela”. Só que a minha panela não fazia nem miojo e a deles já cozinhava até galo velho. Daí todo mundo gostou do que eu falei e começaram a rir. Depois disso, comecei a brincar com todos - recorda.
Eu brinco demais fora de campo, mas dentro procuro ser um leão. É lá onde está o meu ganha-pão"
volante Jonílson
Jonílson carrega o sorriso no rosto não apenas para animar o ambiente do clube. A alegria, na verdade, foi uma forma encontrada pelo jogador para driblar a tristeza de um passado marcado por dor e dificuldades.
Aos dez anos, o atleta ficou órfão de pai e mãe. Mudou-se com os irmãos mais novos para a casa da tia logo depois. As condições não eram boas. Para o sustento deles, muitas vezes pediu comida na rua.
- Às vezes, acontece alguma coisa que você vem trabalhar um pouco triste. Então, nada melhor do que você chegar, escutar uma música e encontrar um ambiente legal. Seus problemas acabam ficando do lado de fora. Você pensa: “eu tenho que ajudar aquele amigo porque ele está tentando me ajudar”. Esse é meu jeito de ser.
Jonílson dribla tristezas do passado como animador oficial do São José
Com passagens por vários clubes do Brasil, jogador usa a alegria para descontrair o ambiente da Águia do Vale e superar dores da vida
Por Danilo Sardinha
São José dos Campos, SP
Jonílson é um cara de bem com a vida. Aos 34 anos, ainda tem o
semblante de menino. De riso fácil e com uma brincadeira na ponta da
língua, é a atração no dia a dia do São José Esporte Clube, da segunda
divisão de São Paulo. Chega ao treino esbanjando animação. Em poucos
minutos, dá logo um peteleco na orelha de um, faz uma gozação com
outro... Não deixa escapar nenhuma oportunidade de fazer aquilo que mais
gosta: alegrar o ambiente da equipe.
O
volante Jonílson ao lado do roupeiro Noel (esquerda) e do massagista
Ademir (direita). Trio garante a diversão nos bastidores da Águia do
Vale (Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
Contratado pela Águia do Vale no início deste mês e com passagens por
Botafogo, Cruzeiro, Vasco, Atlético Mineiro, dentre outros, o volante
afirma ter essa característica há bastante tempo. Gosta de cultivá-la
para ser bem quisto por todos.
- Tenho essa facilidade de brincar com um e com outro. Sou brincalhão desde quando comecei a jogar. As pessoas dizem que é difícil me ver de cara feia. Não que eu não tenha problemas, mas sou alto astral mesmo. É bom estar em um lugar e as pessoas pensarem: “nossa, que cara gente boa” - afirma o jogador.
Apesar de ainda ter pouco tempo no clube, Jonílson já é figura marcante no elenco do São José. O massagista e o roupeiro da Águia que o digam. Ademir e Noel são constantes alvos das brincadeiras do jogador. Mesmo durante a entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, o volante não perdia a chance de tirar sarro com os dois quando passavam em frente ao vestiário do estádio Martins Pereira.
Jonílson brinca de ser repórter com o meia
Leandrinho durante o treino do São José
(Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
O técnico Márcio Bittencourt vê com bons olhos a postura do jogador
fora das quatro linhas. Segundo ele, é bom o grupo ter atletas que
deixam o ambiente descontraído. O meia-atacante Leandrinho é outro que
se diverte com o companheiro.
- Ele é uma figura. As pessoas até brincam que ele chega bêbado no treino, porque já vai zoando todo mundo (risos). O Jonílson é um cara muito simples e amigo do pessoal. Chegou e se entrosou rápido com o time - comenta o jogador.
Alegria por onde passa
A facilidade de entrosamento também aconteceu em outras equipes. Quando defendeu o Botafogo, em 2005, Jonílson diz que as brincadeiras o ajudaram a se enturmar com o grupo de jogadores. Dessa fase, tem uma recordação que o ainda faz dar risada quando é lembrada.
Contratado pelo Botafogo após boa passagem pelo Volta Redonda, ele chegou ao Fogão acanhado. A timidez era causada pelos jogadores experientes que estavam no elenco, como o zagueiro Scheidt e o lateral-direito César Prates.
- É difícil você chegar e sentar na mesa perto dos caras. Você fica um pouco retraído. Mas teve um dia que eu falei: “Vou sentar aí também. Vou derrubar essa panela”. Só que a minha panela não fazia nem miojo e a deles já cozinhava até galo velho. Daí todo mundo gostou do que eu falei e começaram a rir. Depois disso, comecei a brincar com todos - recorda.
Risos para apagar lágrimas
Jonílson carrega o sorriso no rosto não apenas para animar o ambiente do clube. A alegria, na verdade, foi uma forma encontrada pelo jogador para driblar a tristeza de um passado marcado por dor e dificuldades.
Aos dez anos, o atleta ficou órfão de pai e mãe. Mudou-se com os irmãos mais novos para a casa da tia logo depois. As condições não eram boas. Para o sustento deles, muitas vezes pediu comida na rua.
Atleta tenta ajudar a Águia do Vale conquistar o acesso ao Paulistão (Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
- Até hoje é uma dor difícil de superar. Quando chega o Dia dos Pais, o
Dia das Mães, eu sinto muito. Vou sentir a falta deles pelo resto da
minha vida. Mas, por eu ter passado isso, procuro agora transformar em
alegria.
- Às vezes, acontece alguma coisa que você vem trabalhar um pouco triste. Então, nada melhor do que você chegar, escutar uma música e encontrar um ambiente legal. Seus problemas acabam ficando do lado de fora. Você pensa: “eu tenho que ajudar aquele amigo porque ele está tentando me ajudar”. Esse é meu jeito de ser. Fonte: Globo Esporte
- Tenho essa facilidade de brincar com um e com outro. Sou brincalhão desde quando comecei a jogar. As pessoas dizem que é difícil me ver de cara feia. Não que eu não tenha problemas, mas sou alto astral mesmo. É bom estar em um lugar e as pessoas pensarem: “nossa, que cara gente boa” - afirma o jogador.
Apesar de ainda ter pouco tempo no clube, Jonílson já é figura marcante no elenco do São José. O massagista e o roupeiro da Águia que o digam. Ademir e Noel são constantes alvos das brincadeiras do jogador. Mesmo durante a entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, o volante não perdia a chance de tirar sarro com os dois quando passavam em frente ao vestiário do estádio Martins Pereira.
Leandrinho durante o treino do São José
(Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
- Ele é uma figura. As pessoas até brincam que ele chega bêbado no treino, porque já vai zoando todo mundo (risos). O Jonílson é um cara muito simples e amigo do pessoal. Chegou e se entrosou rápido com o time - comenta o jogador.
Alegria por onde passa
A facilidade de entrosamento também aconteceu em outras equipes. Quando defendeu o Botafogo, em 2005, Jonílson diz que as brincadeiras o ajudaram a se enturmar com o grupo de jogadores. Dessa fase, tem uma recordação que o ainda faz dar risada quando é lembrada.
Contratado pelo Botafogo após boa passagem pelo Volta Redonda, ele chegou ao Fogão acanhado. A timidez era causada pelos jogadores experientes que estavam no elenco, como o zagueiro Scheidt e o lateral-direito César Prates.
- É difícil você chegar e sentar na mesa perto dos caras. Você fica um pouco retraído. Mas teve um dia que eu falei: “Vou sentar aí também. Vou derrubar essa panela”. Só que a minha panela não fazia nem miojo e a deles já cozinhava até galo velho. Daí todo mundo gostou do que eu falei e começaram a rir. Depois disso, comecei a brincar com todos - recorda.
Eu brinco demais fora de campo, mas dentro procuro ser um leão. É lá onde está o meu ganha-pão"
volante Jonílson
Jonílson carrega o sorriso no rosto não apenas para animar o ambiente do clube. A alegria, na verdade, foi uma forma encontrada pelo jogador para driblar a tristeza de um passado marcado por dor e dificuldades.
Aos dez anos, o atleta ficou órfão de pai e mãe. Mudou-se com os irmãos mais novos para a casa da tia logo depois. As condições não eram boas. Para o sustento deles, muitas vezes pediu comida na rua.
- Às vezes, acontece alguma coisa que você vem trabalhar um pouco triste. Então, nada melhor do que você chegar, escutar uma música e encontrar um ambiente legal. Seus problemas acabam ficando do lado de fora. Você pensa: “eu tenho que ajudar aquele amigo porque ele está tentando me ajudar”. Esse é meu jeito de ser. Fonte: Globo Esporte
Com tempo curto para mostrar serviço, André Bahia é apresentado
Zagueiro, que já trabalhou com Oswaldo, assinou contrato até o fim do Carioca e terá pela frente uma grande concorrência
Por Fred Huber
Rio de Janeiro
Apesar de estar integrado ao elenco do Botafogo desde novembro do ano
passado, o zagueiro André Bahia foi apresentado oficialmente apenas
nesta sexta-feira. O jogador, de 29 anos, conseguiu, enfim, sua
liberação do Samsunspor, da Turquia, seu último clube. Ele acionou a
Fifa por causa de quatro meses de atraso de salários.
Chico Fonseca, vice de futebol, apresenta André Bahia (Foto: Fred Huber)
O defensor assinou um contrato curto, apenas até o fim do Carioca, mas
com a possibilidade de renovação por mais dois anos e meio. A situação
não o incomoda. Ele espera poder mostrar serviço e permanecer por mais
tempo.
- Quando fui para a Holanda (Feyenoord), o contrato era de seis meses e fiquei sete anos. Tenho que me preparar bem para quando for solicitado. Existe a ansiedade para jogar e ir bem. Quero poder ajudar, jogar. Este é o meu objetivo.
A missão de jogar pelo Bota, no entanto, não é das mais fáceis, já que a concorrência é alta. Antônio Carlos e Bolívar têm sido titulares, enquanto Dória, Rodrigo Defendi e Matheus são opções. Um dos trunfos de André Bahia é o fato de já ter trabalhado com o técnico Oswaldo de Oliveira anteriormente, no Flamengo.
André Bahia com a camisa do Botafogo
(Foto: Fred Huber)
- A briga por posição vai ter sempre, em qualquer equipe. O Botafogo,
grande que é, sempre tem bons zagueiros. É o normal da profissão essa
disputa. Trabalhei em 2003 com o Oswaldo e sei que quem estiver melhor
vai jogar com ele. Sempre que for solicitado, quero corresponder à
altura. O Oswaldo continua com a mesma postura dentro e fora de campo,
uma postura zen. Conversa olho no olho, é sincero, justo.
O zagueiro está em fase final de recondicionamento físico e acredita que em no máximo duas semanas estará à disposição para jogar.
- Cheguei em novembro, e logo depois entramos de férias. Estava resolvendo a minha situação na Turquia. Lá perdi a pré-temporada. Estou treinando para valer a partir do dia 4 de janeiro e creio que em mais uma ou duas semanas, no máximo, estarei à disposição.
André Bahia foi revelado no Flamengo, onde conheceu Fellype Gabriel e Andrezinho, e se transferiu para o Feyenoord, da Holanda, onde ficou por sete anos. Depois, foi para o Samsunspor, da Turquia. Ele acredita que voltou ao Brasil mais amadurecido e avisou que sua meta é entrar na história do Botafogo com títulos.
- Fiquei oito anos fora, sete na Holanda e um na Turquia. Foi um aprendizado grande em todos os sentidos. Estou bastante feliz de voltar ao futebol brasileiro e ao Rio. O Botafogo é um grande clube, tem uma história rica. Espero fazer parte dela com títulos. Quero somar neste grupo, que já faz um bom trabalho.
O zagueiro ficou animado com a estrutura que o Botafogo oferece ao jogadores e comparou com o que ele viu durante sua experiência na Europa.
- Lá na Holanda a estrutura é muito boa. Nestes anos o Botafogo cresceu muito, se reestruturou. Estou vendo de perto agora e não fica devendo em nada para muitos clubes da Europa.
Fonte: Globo Esporte
- Quando fui para a Holanda (Feyenoord), o contrato era de seis meses e fiquei sete anos. Tenho que me preparar bem para quando for solicitado. Existe a ansiedade para jogar e ir bem. Quero poder ajudar, jogar. Este é o meu objetivo.
A missão de jogar pelo Bota, no entanto, não é das mais fáceis, já que a concorrência é alta. Antônio Carlos e Bolívar têm sido titulares, enquanto Dória, Rodrigo Defendi e Matheus são opções. Um dos trunfos de André Bahia é o fato de já ter trabalhado com o técnico Oswaldo de Oliveira anteriormente, no Flamengo.
(Foto: Fred Huber)
O zagueiro está em fase final de recondicionamento físico e acredita que em no máximo duas semanas estará à disposição para jogar.
- Cheguei em novembro, e logo depois entramos de férias. Estava resolvendo a minha situação na Turquia. Lá perdi a pré-temporada. Estou treinando para valer a partir do dia 4 de janeiro e creio que em mais uma ou duas semanas, no máximo, estarei à disposição.
André Bahia foi revelado no Flamengo, onde conheceu Fellype Gabriel e Andrezinho, e se transferiu para o Feyenoord, da Holanda, onde ficou por sete anos. Depois, foi para o Samsunspor, da Turquia. Ele acredita que voltou ao Brasil mais amadurecido e avisou que sua meta é entrar na história do Botafogo com títulos.
- Fiquei oito anos fora, sete na Holanda e um na Turquia. Foi um aprendizado grande em todos os sentidos. Estou bastante feliz de voltar ao futebol brasileiro e ao Rio. O Botafogo é um grande clube, tem uma história rica. Espero fazer parte dela com títulos. Quero somar neste grupo, que já faz um bom trabalho.
O zagueiro ficou animado com a estrutura que o Botafogo oferece ao jogadores e comparou com o que ele viu durante sua experiência na Europa.
- Lá na Holanda a estrutura é muito boa. Nestes anos o Botafogo cresceu muito, se reestruturou. Estou vendo de perto agora e não fica devendo em nada para muitos clubes da Europa.
Fonte: Globo Esporte
Técnico confirma venda de Willian
ao Anzhi por quase R$ 100 milhões
A caminho do Anzhi, meia brasileiro deixou o comandante do Shakhtar, Mircea Lucescu, decepcionado com a decisão: 'Escolheu o dinheiro'
Por GLOBOESPORTE.COM
Makhachkala, Rússia
364 comentários
melhores da fase de grupos da Champions (AFP)
- É a sua decisão pessoal e nós devemos respeitá-lo. Há um clube querendo pagar sua cláusula de rescisão no contrato, e Willian concordou em ir. Não há nada que eu possa fazer - afirmou Lucescu ao jornal russo "Sport Express", deixando claro que não estava satisfeito com a notícia.
- Honestamente, eu tentei falar com ele sobre o futebol. Acho que sua decisão foi apressada e não correta. Willian é como um filho para mim. Por que ele não me escutou? Talvez ele tenha sofrido uma pressão muito forte de seus agentes e amigos que queriam uma mudança. No fim, ele não pôde resistir.
'Willian escolheu o dinheiro'
Em vez de ir para um clube forte do Inglês, atuando na Liga e jogando
contra Barça, Real, Bayern e Manchester, Willian escolheu o dinheiro"
Mircea Lucescu, técnico do Shakhtar
- Foi uma surpresa até certo ponto. Em vez do sonho de ir para um clube forte do Campeonato Inglês, atuando na Liga dos Campeões e jogando regularmente contra Barcelona, Real, Bayern e Manchester United, Willian escolheu o dinheiro. Sinto muito, mas repito, é o seu direito - encerrou.
Desta forma, Willian será a grande ausência do Shakhtar nos confrontos diante do Borussia Dortmund, pelas oitavas de final da Champions, já que foi considerado pelo voto de especialistas um dos melhores da fase de grupos - atrás apenas de Isco, do Málaga, e Lionel Messi, do Barcelona.
Os ucranianos receberão os alemães no dia 13 de fevereiro, na Donbass Arena, enquanto a volta será realizada no dia 5 de março, no Signal Iduna Park. O antigo camisa 10, por sua vez, poderá atuar pela fase de 16 avos da Liga Europa, reforçando o Anzhi contra o Hannover, também da Alemanha.
Na Rússia, Willian terá a oportunidade de atuar ao lado do camaronês Samuel Eto'o, o grande astro do vice-líder do Campeonato Russo. A equipe ainda conta com o brasileiro João Carlos e tem o ex-lateral Roberto Carlos como diretor.
MEU TREINO: Juliana Alves rala na academia para brilhar no carnaval
Rainha de bateria da Unidos da Tijuca, atriz adota o treinamento em circuito três vezes na semana e aprimora o condicionamento físico antes da folia
Por Igor Christ e Patricia Palhares
Rio de Janeiro
17 comentários
Clique aqui a confira a galeria de fotos com o treino de Juliana Alves
- Esse treinamento puxado na academia não é só para emagrecer, mas sim para garantir um bom preparo físico e uma evolução boa. Sambar é algo que eu fiz a vida inteira, mas como rainha é bem diferente. Já desfilei pela Unidos da Tijuca, Vila Isabel e no Salgueiro. Mas ser a rainha da escola do bairro em que eu vivi é uma responsabilidade maior ainda. Está sendo uma realização enorme. Me envolvo emocionalmente e fisicamente com tudo. Sambar é um exercício de muita explosão. Até mesmo por isso, tenho me dedicado bastante - declarou Juliana, de 30 anos e 1,72m de altura.
Meu treino
Faça parte do EU ATLETA: registre atividades e incentive os amigos
- O objetivo é que o treino se torne cada vez menos sacrificante. Tem vezes em que ele (professor) altera o circuito e o torna um pouco mais difícil. Assim, eu consigo ganhar mais condicionamento. Tem dia em que esse trabalho é mais puxado. Em outros, quando é logo depois de um ensaio, por exemplo, tem que ser um trabalho mais calmo, voltado para a a recuperação muscular - frisou.
Minha alimentação
Dicas
- Vista a camisa, o short, coloque o tênis, saia de casa e se movimente. Tente sempre fazer algo novo e positivo para você e seu corpo. Busque aquilo que lhe dá prazer, principalmente praticando o esporte que você mais gosta. Invista nisso e seja muito feliz - encerrou a atriz.
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