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sexta-feira, 22 de junho de 2012

A Fazenda: Shayene diz que não quer mais amizade com Nicole

Musa do carnaval ficou abalada após a briga com a ex-panicat, pois sempre a apoiou e teve que ouvir desaforos mesmo assim

iG Gente | - Atualizada às
Reprodução
Shayene se junta a Gretchen e Viviane no sofá e o assunto é um só: Nicole
Nada como um inimigo comum para aproximar as pessoas de um grupo. O temperamento explosivo de Nicole Bahls está afastando os colegas de confinamento, e consequentemente criando alianças entre as peoas desagradadas. Na tarde desta quinta-feira (20), Shayene Cesário falou para Viviane Araújo e Gretchen que não quer mais ser amiga da ex-panicat.
Gretchen e Viviane já estavam conversando sobre Nicole na sede, aos sussurros. “Quem me conhece sabe que não vou mudar, sabe que não sou falsa”, disse Gretchen. “O meu público também sabe disso”, completou Viviane. De repente, Shayene se aproximou e se juntou ao coro das descontentes. Segundo ela, Nicole teria dito assim para ela: “Eu não queria que você comentasse com ninguém,  mas desculpa, não gostei de ver você com a Vivi." Ao que Shayene concluiu: "Nicole ficou com ciúme da Vivi.”
Shayene seguiu confidenciando com as amigas: “Niicole me pegou por trás e falou tudo isso, mas eu falei: ‘Fui eu que não gostei de tudo o que você falou para mim. Eu fui a única que fiquei do seu lado aqui dentro e você me esculachou’. Aí Nicole pediu: ‘Vamos ficar na boa, comigo é na boa’. Mas vou fazer que nem a Gretchen. Conversar só o necessário pra manter a convivência. Mas conversar, dar conselhos e tudo mais, na boa, acabou. Nunca mais", desabafou Shayene.
Para completar, Shayene disse que vai usar as palavras de Nicole para justificar seu voto na próxima Roça. “Não vou esquecer o que ela disse sobre eu ter forçado amizade com ela. Fui a única que ficou do lado dela. Aí, quando parei de falar com ela, ficou mendigando umas palavrinhas com a Ângela, porque ficou isolada”, falou.

A Fazenda: Shayene diz que não quer mais amizade com Nicole

Musa do carnaval ficou abalada após a briga com a ex-panicat, pois sempre a apoiou e teve que ouvir desaforos mesmo assim

iG Gente | - Atualizada às
Reprodução
Shayene se junta a Gretchen e Viviane no sofá e o assunto é um só: Nicole
Nada como um inimigo comum para aproximar as pessoas de um grupo. O temperamento explosivo de Nicole Bahls está afastando os colegas de confinamento, e consequentemente criando alianças entre as peoas desagradadas. Na tarde desta quinta-feira (20), Shayene Cesário falou para Viviane Araújo e Gretchen que não quer mais ser amiga da ex-panicat.
Gretchen e Viviane já estavam conversando sobre Nicole na sede, aos sussurros. “Quem me conhece sabe que não vou mudar, sabe que não sou falsa”, disse Gretchen. “O meu público também sabe disso”, completou Viviane. De repente, Shayene se aproximou e se juntou ao coro das descontentes. Segundo ela, Nicole teria dito assim para ela: “Eu não queria que você comentasse com ninguém,  mas desculpa, não gostei de ver você com a Vivi." Ao que Shayene concluiu: "Nicole ficou com ciúme da Vivi.”
Shayene seguiu confidenciando com as amigas: “Niicole me pegou por trás e falou tudo isso, mas eu falei: ‘Fui eu que não gostei de tudo o que você falou para mim. Eu fui a única que fiquei do seu lado aqui dentro e você me esculachou’. Aí Nicole pediu: ‘Vamos ficar na boa, comigo é na boa’. Mas vou fazer que nem a Gretchen. Conversar só o necessário pra manter a convivência. Mas conversar, dar conselhos e tudo mais, na boa, acabou. Nunca mais", desabafou Shayene.
Para completar, Shayene disse que vai usar as palavras de Nicole para justificar seu voto na próxima Roça. “Não vou esquecer o que ela disse sobre eu ter forçado amizade com ela. Fui a única que ficou do lado dela. Aí, quando parei de falar com ela, ficou mendigando umas palavrinhas com a Ângela, porque ficou isolada”, falou.

Com 'boas lembranças' do São Paulo,
Dida quer títulos pela Portuguesa

Goleiro faz sua estreia pela Lusa neste sábado, contra o Tricolor. Em 1999, pelo Corinthians, Dida fez história ao defender dois pênaltis de Raí

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
22 comentários
29 de novembro de 1999: uma data, sem dúvida, histórica para o goleiro Dida. Em jogo válido pela semifinal do Campeonato Brasileiro daquele ano, ele defendeu dois pênaltis do são-paulino Raí, ajudando o Corinthians a dar o primeiro passo rumo à decisão do torneio, do qual se sagraria campeão contra o Atlético-MG. Neste sábado, às 18h30m, no estádio do Canindé, ele faz sua estreia pela Portuguesa justamente ante o Tricolor, de quem ele diz acumular apenas boas lembranças.
– O São Paulo com certeza me traz boas recordações. Tive boas atuações contra eles, mas é um outro momento da minha carreira. Tenho muita força de vontade e acredito que ainda posso contribuir bastante para o futebol. Meu contrato vai até o final do ano, mas isso não quer dizer que, depois, tudo acaba – afirmou, esperançoso, o reforço rubro-verde.
Aposentado em 2010, quando fez suas últimas partidas pelo Milan-ITA, Dida, hoje com 38 anos, decidiu enfrentar as dificuldades e voltar à Portuguesa após dois anos parado. Embora tenha mantido a prática de atividades físicas no período, o condicionamento para entrar em campo ainda não é o ideal. O experiente arqueiro tenta substituir o vazio deixado por Wéverton, destaque em 2011 e transferido para o Atlético-PR em maio.
Apesar da má fase da Portuguesa, que já se estende desde o início da temporada (a equipe acabou rebaixada no Paulistão e eliminada precocemente da Copa do Brasil), Dida quer ganhar novos títulos em seu retorno ao futebol. Com a camisa rubro-verde? Ele não descarta a possibilidade.
– Meu objetivo maior é conquistar. Estou aqui justamente para isso. Sempre fui um jogador dedicado e voltado às conquistas. Não sei o que vai acontecer no decorrer do Brasileiro. Nossa equipe está em evolução, sempre buscando algo a mais, acho que podemos almejar algo grande – disse.
O currículo de títulos de Dida é extenso. Ganhou o Mundial de Clubes por Corinthians e Milan, a Libertadores da América e quatro Mineiros pelo Cruzeiro, duas Copas do Brasil, por Timão e Raposa, duas Ligas dos Campeões e um Italiano pelo Milan, entre outros vários canecos. Pela Seleção, ganhou a Copa América, a Copa das Confederações e a Copa do Mundo.
Dida, goleiro da Portuguesa (Foto: Cássio Barco/Globoesporte.com)Após dois anos, Dida vai voltar aos gramados neste sábado (Foto: Cássio Barco/Globoesporte.com)
 

Com 'boas lembranças' do São Paulo,
Dida quer títulos pela Portuguesa

Goleiro faz sua estreia pela Lusa neste sábado, contra o Tricolor. Em 1999, pelo Corinthians, Dida fez história ao defender dois pênaltis de Raí

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
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29 de novembro de 1999: uma data, sem dúvida, histórica para o goleiro Dida. Em jogo válido pela semifinal do Campeonato Brasileiro daquele ano, ele defendeu dois pênaltis do são-paulino Raí, ajudando o Corinthians a dar o primeiro passo rumo à decisão do torneio, do qual se sagraria campeão contra o Atlético-MG. Neste sábado, às 18h30m, no estádio do Canindé, ele faz sua estreia pela Portuguesa justamente ante o Tricolor, de quem ele diz acumular apenas boas lembranças.
– O São Paulo com certeza me traz boas recordações. Tive boas atuações contra eles, mas é um outro momento da minha carreira. Tenho muita força de vontade e acredito que ainda posso contribuir bastante para o futebol. Meu contrato vai até o final do ano, mas isso não quer dizer que, depois, tudo acaba – afirmou, esperançoso, o reforço rubro-verde.
Aposentado em 2010, quando fez suas últimas partidas pelo Milan-ITA, Dida, hoje com 38 anos, decidiu enfrentar as dificuldades e voltar à Portuguesa após dois anos parado. Embora tenha mantido a prática de atividades físicas no período, o condicionamento para entrar em campo ainda não é o ideal. O experiente arqueiro tenta substituir o vazio deixado por Wéverton, destaque em 2011 e transferido para o Atlético-PR em maio.
Apesar da má fase da Portuguesa, que já se estende desde o início da temporada (a equipe acabou rebaixada no Paulistão e eliminada precocemente da Copa do Brasil), Dida quer ganhar novos títulos em seu retorno ao futebol. Com a camisa rubro-verde? Ele não descarta a possibilidade.
– Meu objetivo maior é conquistar. Estou aqui justamente para isso. Sempre fui um jogador dedicado e voltado às conquistas. Não sei o que vai acontecer no decorrer do Brasileiro. Nossa equipe está em evolução, sempre buscando algo a mais, acho que podemos almejar algo grande – disse.
O currículo de títulos de Dida é extenso. Ganhou o Mundial de Clubes por Corinthians e Milan, a Libertadores da América e quatro Mineiros pelo Cruzeiro, duas Copas do Brasil, por Timão e Raposa, duas Ligas dos Campeões e um Italiano pelo Milan, entre outros vários canecos. Pela Seleção, ganhou a Copa América, a Copa das Confederações e a Copa do Mundo.
Dida, goleiro da Portuguesa (Foto: Cássio Barco/Globoesporte.com)Após dois anos, Dida vai voltar aos gramados neste sábado (Foto: Cássio Barco/Globoesporte.com)
 

Boca se impõe em Santiago, elimina La U e encara o Corinthians na final

Time argentino domina partida na capital chilena, fica no 0 a 0 e alcança sua décima decisão da Libertadores, igualando recorde do Penarol (URU)

Por GLOBOESPORTE.COM Santiago, Chile
776 comentários
  • Lance capital
    8 do 2º tempo
    Díaz cobrou falta por cima da barreira e carimbou o travessão de Orión. Um gol da La U naquele momento poderia esquentar o confronto na reta final.
  • Deu errado
    Toque de bola
    O estilo de jogar do Universidad de Chile, com bola de pé em pé, não foi posto em prática e sucumbiu à categoria e experiência do Boca Juniors.
  • nome do jogo
    O camisa 10
    Riquelme é elegante, refinado. Se a bola passa pelos seus pés, o perigo ao adversário é quase certo. Faltou a pontaria do atacante Mouche ajudar.
A tradição prevaleceu novamente. Pela décima vez em sua história, igualando a marca recorde do Peñarol (URU), o Boca Juniors (ARG) está na decisão da Taça Libertadores da América e será adversário do Corinthians, que debutará na final da competição. Depois de vencer por 2 a 0 em Buenos Aires, o clube argentino visitou o Universidad de Chile (CHI), nesta quinta-feira, no Estádio Nacional de Santiago, e segurou o empate por 0 a 0, resultado suficiente para a garantia de uma vaga na finalíssima.

Os dois jogos diante do Timão serão disputados nas próximas quartas-feiras. No dia 27, os clubes se enfrentam em La Bombonera, na Argentina. No dia 4 de julho, o Boca vem a São Paulo encarar o Corinthians no Pacaembu.

A necessidade de inverter a desvantagem de, no mínimo, dois gols fez com que o Universidad de Chile entrasse para o confronto bem distante da sua tranquilidade habitual. Característica marcante do time chileno, o toque de bola mal foi visto na etapa inicial. Isso pesou para o rendimento da equipe treinada por Jorge Sampaoli, que teve desempenho muito aquém do que vinha apresentando desde a temporada passada, quando foi campeã da Copa Sul-Americana.
Numa estratégia inteligente, a calejada equipe do Boca Juniors bloqueou bem as jogadas pelas laterais e explorou os contra-ataques, principalmente com os precisos lançamentos de Riquelme. Soberano em campo, o camisa 10 distribuia passes na medida para os atacantes Mouche e Santiago Silva, que revezavam na incrível tarefa de perder gols. Em um desses toques de classe, Riquelme iniciou a jogada e apareceu para concluir. Porém, o craque foi barrado pela lnda defesa de Herrera, que espalmou antes de a bola explodir no travessão.
Resignado com o domínio argentino, o Universidad de Chile só conseguiu assustar nos 45 minutos iniciais da maneira em que menos se esperava: a jogada aérea. Em um lance isolado, Rodríguez lançou pelo alto e Junior Fernandes subiu mais do que Schiavi para obrigar Orion a uma espetacular intervenção.
Riquelme e José Rojas, Universidad de Chile x Boca Juniors (Foto: Agência AFP)Riquelme ditou o ritmo do Boca Juniors, outra vez finalista da Libertadores (Foto: Agência AFP)
Mudança de postura chilena

Para o tempo complementar, Sampaoli voltou com Ubilla na vaga de Castro. No entanto, a principal mudança do Universidad de Chile foi a postura da equipe. Mais ligada, La U buscou o gol desde o início. Logo no segundo minuto, Marino teve boa chance frente a frente com o arqueiro adversário, mas finalizou sem força. Instantes depois, Díaz acertou o travessão em cobrança de falta.

Enquanto isso, o Boca Juniors mantinha os contra-ataques como forma de atuar. Entretanto, numa clara falta de pontaria, Mouche desperdiçava uma chance atrás da outra. Assim sendo, a partida tornou-se um legítimo "toma lá, dá cá". Substituindo a técnica pela raça, a equipe chilena voltou a assustar em chute de longe de Díaz. Orión segurou as pontas outra vez.

Na reta final do duelo, a pressão chilena se transformou em afobação. Nem mesmo as duas alterações restantes surtiram efeito. Com esse panorama favorável, o Boca fazia bom uso da experiência de seus principais jogadores e deixava o tempo passar, com sabedoria.

Os chilenos ainda voltaram a acertar a trave com Ruidiáz, em mais uma evidência de que a noite era auriazul. O Boca comprovou a sua fama de time de chegada e fez por merecer o lugar na grande final. Será um excelente desafio para o Corinthians, que também tem uma equipe equilibrada e vencedora, mas que ainda segue atrás da afirmação continental.

Nos passos do Independiente
Com a classificação para a decisão e seis conquistas, o Boca Juniors terá a primeira oportunidade de se igualar ao Independiente, também da Argentina, que tem sete, e é o maior vencedor. O Universidad de Chile viu ruir o sonho de repetir o feito do rival Colo Colo, que em 1991 faturou a principal competição sul-americana pela única vez na história do futebol chileno. O Corinthians, por sua vez, garante um representante brasileiro na decisão pela oitava vez seguida, um fato inédito.

Herói, Danilo celebra vaga com bagunça em casa: 'Papai gol'

Autor do gol da classificação contra o Santos, armador tenta dormir após o jogo, mas não escapa da marcação dos filhos Lucas, Mateus e Davi

Por Carlos Augusto Ferrari São Paulo
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A euforia dos corintianos nas ruas contrastou nesta quinta-feira com a tranquilidade de um dos destaques da inédita classificação para as finais da Taça Libertadores. Danilo, autor do gol do empate contra o Santos, no Pacaembu, curtiu mais um dia de herói longe da badalação e da felicidade que tomou conta dos alvinegros. Mesmo avesso ao estrelato, o armador não escapou de uma "festa" feita em casa pelos três filhos fanáticos por futebol.
O meio-campista é pai de um trio da pesada: Lucas (dez anos), Mateus (seis) e Davi (dois). Como chegou do jogo somente na madrugada, Danilo tentou tirar toda a manhã para dormir e recuperar a energia perdida no gramado, mas não conseguiu fugir da empolgação da criançada.
– Foi complicado para dormir. Saí do doping quase 2h e fui dormir bem tarde. Quando era umas 10h, o Davi me acordou falando "papai gol", querendo assistir ao gol várias vezes. Fiquei em casa com a família, todo mundo alegre e comemorando a classificação.
Foi muito bom, mas já passou. A euforia tem de ficar com o torcedor. Nós não ganhamos nada"
Danilo
Com um jogador de futebol em casa, os garotos tentam seguir os passos do pai e já sonham com a carreira de profissional. Lucas, o mais velho, já mostrou habilidade em alguns treinos do Corinthians. O problema acontece apenas quando eles começam a exibir o talento em meio aos objetos de decoração
– Acho que tem umas 50 bolas em casa. Eles ficam jogando e quebram todas as coisas (risos).
Danilo garante que não se estressa com a bagunça. Dentro de campo, ele comprova toda a tranquilidade. Mesmo em jogos nervosos, o armador nunca perde a paciência, fator que vem sendo decisivo para o Corinthians seguir em alta na Taça Libertadores. Em seis partidas em casa, ele fez quatro gols.
– Isso é de natureza, a família da minha mãe é assim. Eu sempre fui assim e não tenho motivo para mudar. Sempre lidei com as situações da mesma forma, sejam boas ou ruins.
Danilo, Corinthians (Foto: Carlos Augusto Ferrari / Globoesporte.com)Danilo, em entrevista coletiva no CT do Corinthians (Foto: Carlos Augusto Ferrari / Globoesporte.com)
A calma faz a euforia passar longe do meio-campista, ainda mais agora que o Timão está pela primeira vez em uma decisão da Libertadores.
– Foi muito bom, mas já passou. A euforia tem de ficar com o torcedor. Nós não ganhamos nada.

Algoz do Boca pelo Inter, Alex espera repetir dose: 'Sensação diferente'

Meia do Timão diz que vitórias sobre argentinos na Copa Sul-Americana de 2005 e 2008 mudaram sua carreira: 'São jogos que dão reconhecimento'

Por Gustavo Serbonchini São Paulo
47 comentários
O Corinthians tem um trunfo para encarar o Boca Juniors na final da Taça Libertadores da América: Alex. Jogando pelo Internacional, o meia já encarou três vezes o clube argentino e não perdeu nenhuma. Mais do que isso. Ele venceu todos os jogos contra os hermanos - um pela Copa Sul-Americana de 2005 e dois pela de 2008 (reveja no vídeo ao lado).
Decisivo nos últimos jogos do Timão, com passes que resultaram em bolas na rede, ele marcou gols em duas daquelas partidas contra o Boca. Um deles foi no palco da primeira partida da final da Libertadores deste ano – Corinthians e Boca iniciam o confronto pelo título no dia 27, na Bombonera. Em 2008, pelo Colorado, Alex marcou um dos gols da vitória por 2 a 1 no estádio argentino. O meia recebeu dentro da área e deu um belo corte no goleiro antes de completar o gol. O lance, segundo ele, mudou sua carreira.
– É uma sensação diferente. Em Porto Alegre a gente ganhou por 2 a 0 e eu fiz os dois. Na Bomboneira eu fiz mais um na vitória por 2 a 1. Foi algo que me deu uma credibilidade. Fui decisivo contra o Boca. Naturalmente, aquilo deu uma importância um pouco maior – diz Alex. – Em todo jogo importante com grandes equipes o peso é maior. O reconhecimento fica maior também. Natural.
Alex, Corinthians (Foto: Gustavo Serbonchini / Globoesporte.com)Alex exibe seu quadro de medalhas (Foto: Gustavo Serbonchini / Globoesporte.com)

Alex não marca pelo Corinthians desde o jogo contra o Emelec, nas oitavas de final da Taça Libertadores. O Timão venceu a partida por 3 a 0, e ele fez o primeiro gol. Contra o Santos, no empate em 1 a 1 que rendeu a vaga à decisão, ele quase marcou em cobrança de falta. Rafael buscou no ângulo.
– Tomara que saia um gol na final. No Inter tive a felicidade de fazer. Foi em 2008. Antes eram mais o Fernandão e o Rafael Sóbis que faziam os gols, e eu participava com passes – recorda. –  Independentemente de quem fizer o gol, estaremos alcançando nosso objetivo.
Alex, Internacional (Foto: Itamar Aguiar / Vipcomm)Alex,  em ação pelo Internacional contra o Boca Juniors (Foto: Itamar Aguiar / Vipcomm)
Esta é a décima participação do Corinthians na Libertadores. Com a final, o Timão conquista o seu melhor resultado. Até então, o mais longe que o Timão havia alcançado foi a semifinal de 2000, quando o time saiu derrotado pelo rival Palmeiras nas cobranças de pênaltis.
– Todo mundo que está no time hoje já entrou para a história do Corinthians. Quem fizer o gol do título vai ser muito festejado. Mas ao mesmo tempo acho que independe do resultado final para colocar o nome. O conjunto todo vai ser premiado igualmente.
A primeira partida da decisão será no dia 27, na Bomboneira. O jogo decisivo será uma semana depois, dia 4 de julho, no Pacaembu.
   Fonte: Globo Esporte

Maldonado leva Williams ao topo no primeiro treino livre em Valência

Venezuelano faz o melhor tempo na atividade para o GP da Europa, seguido por Vettel. Líder do mundial, Hamilton é o 8º e Massa, o 14º

Por GLOBOESPORTE.COM Valência, Espanha
28 comentários
No primeiro treino livre para o GP da Europa, em Valência, deu Pastor Maldonado. O venezuelano da Williams cravou 1m40s890 e fez o melhor tempo na manhã desta sexta-feira, na atividade que abre os trabalhos para a oitava prova da temporada. O alemão Sebastian Vettel, da RBR (1m40s973), foi o segundo colocado, seguido por seu companheiro, o australiano Mark Webber (1m40s984), e pelo britânico Jenson Button, da McLaren (1m40s994).
pastor maldonado williams gp da europa (Foto: Agência Getty Images)Maldonado e a Williams começaram bem os trabalhos para o GP da Europa (Foto: Agência Getty Images)
Líder do mundial, o inglês Lewis Hamilton, também da McLaren, ficou somente em oitavo lugar (1m41s158), três posições atrás do vice, Fernando Alonso, da Ferrari (1m41s065). Parceiro do espanhol na escuderia italiana. O brasileiro Felipe Massa conseguiu apenas o 14º tempo (1m42s115). Bruno Senna, da Williams, ficou fora desse primeiro treino, sendo substituído pelo finlandês Valtteri Bottas, que fechou a atividade na 16ª posição (1m42s299).
Confira os melhores tempos do primeiro treino livre para o GP da Europa:
1 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - 1m40s890 (22 voltas)
2 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m40s973 + 0s083 (21)
3 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m40s984 + 0s094 (19)
4 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m40s994 + 0s104 (19)
5 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m41s065 + 0s175 (26)
6 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 1m41s105 + 0s215 (15)
7 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m41s117 + 0s227 (22)
8 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m41s158 + 0s268 ( 18)
9 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m41s182 + 0s292 (21)
10 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - 1m41s620 + 0s730 (21)
11 - Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) - 1m41s784 + 0s894 (15)
12 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m41s838 + 0s948 (19)
13 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - 1m41s861 + 0s971 (16)
14 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m42s109 + 1s219 ( 20)
15 - Jules Bianchi (FRA/Force India-Mercedes) - 1m42s175 + 1s285 (21)
16 - Valtteri Bottas (FIN/Williams-Renault) - 1m42s299 + 1s409 (24)
17 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - 1m42s442 + 1s552 (26)
18 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) -1m42s758 + 1s868 (26)
19 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - 1m42s777 + 1s887 (28)
20 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - 1m43s209 + 2s319 (19)
21 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - 1m44s173 + 3s283 (18)
22 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - 1m44s996 + 4s106 (15)
23 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) - 1m45s120 + 4s230 (23)
24 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - 1m45s338 + 4s448 (7)

Em duelo nervoso, Grêmio e Verdão brigam no campo e fora dele

Rondinelly, Edílson e Henrique são expulsos. Luan, Marcos Assunção e Werley se desentendem no túnel para os vestiários

Por Hector Werlang Direto de Barueri, SP
231 comentários
Foi um duelo típico da história entre Palmeiras e Grêmio. Na noite desta quinta-feira, sob muita chuva na Arena Barueri, o confronto pela semifinal da Copa do Brasil teve jogadas ríspidas, discussão e confusão em campo e fora dele - veja no vídeo ao lado o desentendimento entre Werley e Luan (que, machucado, nem jogou pelo Palmeiras).
O resultado de 1 a 1 culminou com a classificação do Verdão para a final da competição contra o Coritiba. Mas sobrou reclamação para a arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro e desentendimentos dentro do gramado e também no túnel que leva aos vestiários.

O lance chave ocorreu aos 34 minutos da segunda etapa, quando a partida já estava 1 a 1. Ao ligar contragolpe, Barcos recebeu na meia direita e partiu em direção ao gol. Escapou do carrinho de Gilberto Silva, postado pelo lado esquerdo da defesa, mas não de Rondinelly, que derrubou o centroavante por trás, ao ajudar na recomposição. Estava aberta a confusão.
O juiz não titubeou e puxou o vermelho para Rondinelly, sem a necessidade do amarelo. Em uma reação inesperada e com a cabeça quente, Edílson agrediu o zagueiro Henrique, e também foi expulso.

Enquanto Barcos seguia atirado no gramado encharcado, Victor pegou a bola e deu um balão. Os gremistas cercaram o juiz e até mesmo integrantes do banco de reservas do Palmeiras invadiram o campo.
Henrique Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli / globoesporte.com)Henrique acabou expulso na confusão (Foto: Marcos Ribolli / globoesporte.com)
Após paralisação de seis minutos e conversa entre o trio de arbitragem, Ricardo Marques Ribeiro também decidiu pela expulsão de Henrique. O zagueiro havia empurrado Edílson antes de ser agredido.

No final da partida, mais confusão. Fora do duelo, Luan e Marcos Assunção se encontraram com Werley na saída para o vestiário, ligado por um túnel em comum para ambas as equipes. Não chegaram às vias de fato, mas sobrou agressão verbal e truculência. O atacante do Palmeiras quis partir para cima do zagueiro gremista, mas foi contido por seguranças. Depois, Luan desconversou:
- Não sei o que aconteceu, quando cheguei o rolo já estava feito. Vi a turma do Palmeiras por ali e procurei saber, mas não vi direito.
Com os ânimos mais calmos, Marcos Assunção tomou a iniciativa de conversar com o atacante André Lima, que também se envolveu na confusão e foi alvo de ironias de alguns jogadores palmeirenses. Chateado com a situação, André bateu um papo amistoso com Assunção, mas não quis comentar o caso.
Na entrevista coletiva, Vanderlei Luxemburgo evitou reclamações ao juiz e preferiu um discurso apaziguador. Mas lamentou os momentos de confusão pelo bom andamento da partida.

- A confusão é desnecessária. O resto está tudo dentro do contexto do futebol. Não tem nada que reclamar, tudo normal.
werley marcos assunção briga grêmio palmeiras copa do brasil vestiário barueri (Foto: Hector Werlang/Globoesporte.com)Werley (e) tira satisfação com Luan (de calça jeans) (Foto: Hector Werlang/Globoesporte.com)

Em duelo nervoso, Grêmio e Verdão brigam no campo e fora dele

Rondinelly, Edílson e Henrique são expulsos. Luan, Marcos Assunção e Werley se desentendem no túnel para os vestiários

Por Hector Werlang Direto de Barueri, SP
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Foi um duelo típico da história entre Palmeiras e Grêmio. Na noite desta quinta-feira, sob muita chuva na Arena Barueri, o confronto pela semifinal da Copa do Brasil teve jogadas ríspidas, discussão e confusão em campo e fora dele - veja no vídeo ao lado o desentendimento entre Werley e Luan (que, machucado, nem jogou pelo Palmeiras).
O resultado de 1 a 1 culminou com a classificação do Verdão para a final da competição contra o Coritiba. Mas sobrou reclamação para a arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro e desentendimentos dentro do gramado e também no túnel que leva aos vestiários.

O lance chave ocorreu aos 34 minutos da segunda etapa, quando a partida já estava 1 a 1. Ao ligar contragolpe, Barcos recebeu na meia direita e partiu em direção ao gol. Escapou do carrinho de Gilberto Silva, postado pelo lado esquerdo da defesa, mas não de Rondinelly, que derrubou o centroavante por trás, ao ajudar na recomposição. Estava aberta a confusão.
O juiz não titubeou e puxou o vermelho para Rondinelly, sem a necessidade do amarelo. Em uma reação inesperada e com a cabeça quente, Edílson agrediu o zagueiro Henrique, e também foi expulso.

Enquanto Barcos seguia atirado no gramado encharcado, Victor pegou a bola e deu um balão. Os gremistas cercaram o juiz e até mesmo integrantes do banco de reservas do Palmeiras invadiram o campo.
Henrique Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli / globoesporte.com)Henrique acabou expulso na confusão (Foto: Marcos Ribolli / globoesporte.com)
Após paralisação de seis minutos e conversa entre o trio de arbitragem, Ricardo Marques Ribeiro também decidiu pela expulsão de Henrique. O zagueiro havia empurrado Edílson antes de ser agredido.

No final da partida, mais confusão. Fora do duelo, Luan e Marcos Assunção se encontraram com Werley na saída para o vestiário, ligado por um túnel em comum para ambas as equipes. Não chegaram às vias de fato, mas sobrou agressão verbal e truculência. O atacante do Palmeiras quis partir para cima do zagueiro gremista, mas foi contido por seguranças. Depois, Luan desconversou:
- Não sei o que aconteceu, quando cheguei o rolo já estava feito. Vi a turma do Palmeiras por ali e procurei saber, mas não vi direito.
Com os ânimos mais calmos, Marcos Assunção tomou a iniciativa de conversar com o atacante André Lima, que também se envolveu na confusão e foi alvo de ironias de alguns jogadores palmeirenses. Chateado com a situação, André bateu um papo amistoso com Assunção, mas não quis comentar o caso.
Na entrevista coletiva, Vanderlei Luxemburgo evitou reclamações ao juiz e preferiu um discurso apaziguador. Mas lamentou os momentos de confusão pelo bom andamento da partida.

- A confusão é desnecessária. O resto está tudo dentro do contexto do futebol. Não tem nada que reclamar, tudo normal.
werley marcos assunção briga grêmio palmeiras copa do brasil vestiário barueri (Foto: Hector Werlang/Globoesporte.com)Werley (e) tira satisfação com Luan (de calça jeans) (Foto: Hector Werlang/Globoesporte.com)