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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Guerrero pede retorno do ‘alto nível’ para disputa da Libertadores

Atacante peruano elogia qualidade do elenco alvinegro, mas lembra que é preciso redobrar a atenção para a disputa da competição internacional

Por Leandro Canônico São Paulo
336 comentários
Guerrero Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians)Guerrero no momento do gol contra o Azulão
(Foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians)
Alguns minutos de desatenção quase custaram uma derrota para o Corinthians no último sábado, contra o São Caetano, pelo Campeonato Paulista. Graças a um gol de Paulinho no final da partida, o Timão arrancou o empate por 2 a 2. A dificuldade, no entanto, ficará de lição para a Libertadores, segundo Guerrero.
O atacante peruano, autor de nove gols nos últimos dez jogos do Corinthians, elogiou o alto nível do elenco alvinegro e pediu o retorno do jogo em alto nível.
– Temos de nos concentrar e seguir trabalhando, corrigindo os erros. Temos um alto nível, mas temos de retomar isso para começar a Libertadores – disse.
A estreia do Corinthians na Libertadores será no próximo dia 20, contra o San José, na Bolívia, às 22h (de Brasília). Antes, porém, há o clássico com o Palmeiras, domingo, pela oitava rodada do Campeonato Paulista. Tite inicia a preparação para essas duas partidas nesta terça-feira, às 16h.
– Temos um grupo grande e forte. Vai ser bom para jogar todos os campeonatos que estamos disputando. É importante – finalizou Guerrero.
  Fonte: Globo Esporte

Rebaixamento de organizada do Verdão no carnaval gera piadas dos rivais


ter, 12/02/13
por meiodecampo |
categoria Sem categoria
Torcedor não perde a piada. Mal acabou a apuração do Desfile das Escolas de Samba em São Paulo e a rede já foi infestada por montagens e tweets engraçadinhos sobre o rebaixamento da Mancha Verde, escola ligada a uma torcida organizada do Pameiras, penúltima colocada ao final da apuração. Apesar de a Mancha não ter ligação alguma com o clube, os provocadores de plantão não perdoaram nas redes sociais. O assunto atingiu o Trending Topics, com os assuntos mais comentados no Twitter.

As primeiras montagens com jogadores do Palmeiras começaram a surgir poucos minutos após o resultado:




Os rivais também não perdoaram com as palavras. Confira alguns tweets que bombaram na rede logo depois do rebaixamento da Mancha Verde:
  Fonte: Globo Esporte

Pelo tetra: brasileiros buscam feito inédito na Taça Libertadores

Futebol do país, hegemônico na história recente da competição, pode conquistar quatro títulos consecutivos pela primeira vez no continente

Por Alexandre Alliatti e Thiago de Lima* Rio de Janeiro
1614 comentários
Alessandro Corinthians comemorando, Libertadores Campeao (Foto: Agência EFE)Corinthians busca o bi, e Brasil tenta o quarto título
seguido do torneio continental (Foto: Agência EFE)
Começa nesta terça-feira a fase de grupos da Libertadores da América. E o início da competição traz a reboque a possibilidade de o futebol brasileiro alcançar um feito inédito nela: emendar quatro títulos. Campeão com o Inter em 2010, com o Santos em 2011 e com o Corinthians em 2012, o Brasil busca seu primeiro tetra no principal campeonato da América do Sul. É um reflexo da soberania que o país passou a ter nos últimos anos no torneio.
O Brasil colocou pelo menos um clube em todas as oito últimas decisões da Libertadores. São dez finais em 11 anos - a exceção foi 2004, quando o Once Caldas, da Colômbia, bateu o Boca Juniors, da Argentina. Aumentando um pouco o leque, a presença verde-amarela em decisões se torna ainda mais forte: 18 vezes em 21 anos, desde 1992.
A trinca atual não é inédita. Em 1997-98-99, com Cruzeiro, Vasco e Palmeiras, o país já deu sinais de comando. Só não foi tetra porque o Verdão perdeu a final de 2000 nos pênaltis para o Boca Juniors. A chance reaparece agora.
É um feito que a Argentina já alcançou. E duas vezes. Primeiro de 1967 a 1970, com um título do Racing e três do Estudiantes. E depois com a impressionante sequência de quatro conquistas do Independiente, de 1972 a 1975. O clube de Avellaneda é o maior vencedor da Libertadores. Tem sete títulos. Com isso, alavanca a superioridade de troféus do país vizinho. São 22 conquistas, contra 16 do Brasil, oito do Uruguai, três do Paraguai, duas da Colômbia e uma para Chile e Equador. Peruanos, mexicanos, venezuelanos e bolivianos jamais venceram o torneio.
Clique nos grupos abaixo e saiba informações detalhadas sobre os clubes.
O Brasil vem crescendo. De suas 16 conquistas, 11 ocorreram nas duas últimas décadas. Nesse período, o país começou a colocar alguns de seus clubes como protagonistas da disputa. É o caso do São Paulo, tricampeão em 1992, 1993 e 2005. E também do Inter, ganhador em 2006 e 2010, mas ausente neste ano. Na primeira conquista dos gaúchos, o técnico era Abel Braga, que agora tenta repetir a façanha pelo Fluminense. Diante do crescimento brasileiro na competição, o treinador aposta em mais uma conquista do país.
- Isso (superioridade recente do Brasil na Libertadores) reflete algumas mudanças das duas últimas décadas. Os jogadores brasileiros iam muito mais para a Europa do que os argentinos. E assim eles tinham equipes mais fortes do que as nossas. Agora isso inverteu. Há uma supremacia maior do futebol brasileiro. A Libertadores é sempre difícil e complicada. Mas tenho o sentimento de que neste ano ela ficará novamente no Brasil - disse o treinador.
O Brasil é o país com mais representantes na edição de 2013. São seis: o Corinthians, atual campeão, o Palmeiras, vencedor da Copa do Brasil, mais os quatro que se classificaram via Campeonato Brasileiro - Fluminense, Atlético-MG, Grêmio e São Paulo (também vencedor da Sul-Americana). Os dois últimos passaram antes pela pré-Libertadores. O Tricolor gaúcho sofreu para eliminar a LDU, do Equador. Teve que recorrer aos pênaltis (recorde no vídeo ao lado). Já os paulistas passaram sem sobressaltos pelo Bolívar, da Bolívia (veja no vídeo abaixo).
A presença frequente de brasileiros em finais e os repetidos títulos nos últimos anos indicam que as equipes do país passaram a valorizar a competição e começaram a saber como encará-la. Elano, meia do Grêmio, campeão com o Santos em 2011, diz que os jogadores brasileiros entraram no clima da disputa. Assim, competem em pé de igualdade com argentinos e uruguaios em espírito de disputa. A exemplo de Abel Braga, ele aposta em mais um título para o Brasil.
- Acho que a conquista será de brasileiro mais uma vez. Os times do país conseguiram igualar o espírito dos concorrentes. Aprendemos a jogar fora de casa, especialmente. A Libertadores se ganha ficando vivo fora e confirmando em casa. A conquista com o Santos foi assim, a última do Corinthians da mesma forma. O Grêmio fez isso muito bem em 1995, com o time do Felipão. Começamos bem com a LDU...
Info_Campeoes-Vices_LIBERTADORES (Foto: arte esporte)
Sorteio junta brasileiros e forma grupos de peso
O sorteio dos enfrentamentos da pré-Libertadores acabou amontoando quatro brasileiros em duas chaves. Atlético-MG e São Paulo estão no Grupo 3, ao lado do Arsenal, da Argentina, e do The Strongest, da Bolívia. Mineiros e paulistas já se enfrentam nesta quarta-feira, às 22h, no Independência, em Belo Horizonte. Fluminense e Grêmio também compartilham um grupo, o 8, ao lado de Caracas, da Venezuela, e Huachipato, do Chile. O clube carioca vai à terra de Hugo Chávez nesta quarta-feira. Já os gaúchos recebem os chilenos na quinta.
Palmeiras e Corinthians estão em chaves sem brasileiros. O Verdão estreia nesta quinta-feira no Grupo B. Recebe o Sporting Cristal, do Peru, em quadrangular que também tem o Libertad, do Paraguai, e o Tigre, da Argentina. Já o Timão, no Grupo 5, terá que viajar continente afora para encarar o Millonarios, da Colômbia, o San José, da Bolívia, e o Tijuana, do México. A estreia é na semana que vem, diante dos bolivianos.
Grupos gringos têm 18 títulos
 
Grupo 1: nove conquistas
(seis do Boca e três do Nacional)
 
Grupo 4: seis conquistas
(cinco do Peñarol e um do Vélez)
 
Grupo 7: três conquistas
(todas do Olimpia)
Mas o perigo está espalhado também pelas outras chaves. Nos grupos sem brasileiros, estão equipes acostumadas a disputar a Libertadores. E a vencê-la. Ali estão 18 títulos da Libertadores.
Detalhe: nove deles residem no Grupo A, com as presenças do Boca Juniors, hexacampeão, e dos uruguaios do Nacional, tricampeões. A chave ainda tem o Barcelona, do Equador, duas vezes vice, e o Toluca, do México. Outro grupo de respeito é o 4, com o Peñarol, cinco vezes vencedor do torneio, o Vélez Sarsfield, ganhador em 1994, e o Emelec, presença quase obrigatória na competição - mas raramente com sucesso. O novato Deportes Iquique, do Chile, fecha a chave.
No Grupo 7, está o Olimpia, do Paraguai, que tenta se recuperar do trauma da eliminação precoce no ano passado. Uma derrota em casa para o Emelec, por 3 a 2, com gol no último minuto, eliminou a equipe de Assunção ainda na primeira fase - e também derrubou o Flamengo. Tricampeões, os paraguaios agora disputam classificação com adversários complicados: o Newell's Old Boys, da Argentina, e o Universidad de Chile, além do Deportivo Lara, da Venezuela.
Apenas o Grupo 6 não tem qualquer equipe ganhadora da Libertadores. Parece ser a chave mais frágil. A experiência fica a cargo do Cerro Porteño, do Paraguai, acompanhado por Deportes Tolima e e Santa Fé, da Colômbia, e Real Garcilaso, do Peru.
Vigilância aumenta, e torneio tem primeiros julgamentos
info perrengues libertadores (Foto: arte esporte)
Os tempos de Libertadores como terra de ninguém vêm ficando um pouco mais distantes. E a Conmebol promete fechar o cerco para os episódios de violência na competição, marcada por repetidos casos de pancadaria em campo, chuva de objetos arremessados por torcedores contra jogadores adversários, policiamento quase nulo para a torcida visitante e falta de estrutura nos estádios.
A entidade criou uma espécie de comitê, com um representante de cada país participante da competição, para analisar questões disciplinares, inclusive extracampo. Mas uma das mudanças, que já representa uma pequena revolução, é focada nas quatro linhas. A partir deste ano, os atletas serão suspensos ao receber o terceiro cartão amarelo. Antes, os clubes pagavam uma multa.
Foi criado um código disciplinar. Nele, são prometidas penas pesadas, incluindo interdição do estádio, perda de pontos e até eliminação da competição para episódios como invasão de campo ou arremesso de objetos no gramado. A suspensão a atletas também entra em novo patamar. Pode chegar a dez partidas, no caso de agressão a alguma autoridade do jogo.

E os primeiros episódios já aconteceram. Erick Torres, assistente técnico do César Vallejo, do Peru, pegou quatro jogos de suspensão e levou uma multa de quase R$ 4 mil por insultar o árbitro na partida contra o Tolima, da Colômbia, na pré-Libertadores. E o Grêmio foi obrigado a fechar a área da Geral na Arena depois de torcedores se ferirem durante realização da avalanche contra a LDU - a grade de proteção cedeu. O clube também terá que pagar uma multa de quase R$ 70 mil.
  Fonte: Globo Esporte

Cássio quer Seleção, mas diz : 'Não vou perder o sono se não for'

Chamado por Dunga em 2007 e por Mano Menezes em 2012, goleiro do Timão espera nova chance: 'Se eu for chamado de novo, ficarei feliz'

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
51 comentários
Cassio no treino do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)Cássio espera ser lembrado pelo terceiro técnico na
Seleção (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)
Um dos principais jogadores do Corinthians nas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes, Cássio já foi convocado por dois treinadores para a seleção brasileira: Dunga, em 2007, e Mano Menezes, em 2012. Com Felipão no comando do time nacional, o corintiano espera ter nova chance. Mas essa não parece ser sua prioridade.
- Eu sempre trabalho por etapas. Recuperei-me da lesão no ombro agora e espero ter boas atuações no Corinthians. Se eu for chamado para a Seleção, fico feliz. Não vou perder o sono se não for convocado. Mas é claro que sempre ficamos na expectativa. Os jogadores têm objetivos - declarou o campeão do mundo.
Na era Mano Menezes, a posição de goleiro era a principal indefinição do treinador. Em mais de dois anos de trabalho, 12 jogadores diferentes foram chamados para a posição. Dentre eles Cássio. Até aqui, Felipão fez apenas uma convocação. Chamou Julio Cesar, do inglês QPR, e Diego Alves, do Valencia, para o jogo com a Inglaterra.
Cássio não teve chance de ir para esse amistoso, vencido pelos ingleses por 2 a 1, porque ainda não tinha jogado pelo Corinthians. Mas agora que está recuperado de lesão no ombro esquerdo, o goleiro alvinegro quer participar de todas as partidas possíveis para voltar a ver o seu trabalho em destaque.
- Eu quero jogar. Fiquei bastante tempo fora e agora quero jogar todas. Perdi as partidas no começo do ano e é importante eu me preparar bem - finalizou Cássio.
Cassio, Treino da Seleção Brasileira, CT de Cotia (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)Última convocação de Cassio foi no Superclássico de 2012 (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)
O retorno do goleiro está programado para o próximo domingo, contra o Palmeiras, no estádio do Pacaembu, pela oitava rodada do Campeonato Paulista. Na quarta-feira seguinte, dia 20, contra o San José, na Bolívia, o Timão faz sua estreia na Taça Libertadores da América, em busca do bicampeonato.
Com essas partidas e mais as que estão por vir nas duas competições, Cássio terá tempo de mostrar trabalho a Felipão. A seleção brasileira volta a se reunir nos dias 21 e 25 de março para os amistosos contra Itália (em Genebra, na Suíça) e Rússia (em Londres, na Inglaterra), respectivamente.

Cássio quer Seleção, mas diz : 'Não vou perder o sono se não for'

Chamado por Dunga em 2007 e por Mano Menezes em 2012, goleiro do Timão espera nova chance: 'Se eu for chamado de novo, ficarei feliz'

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
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Cassio no treino do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)Cássio espera ser lembrado pelo terceiro técnico na
Seleção (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)
Um dos principais jogadores do Corinthians nas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes, Cássio já foi convocado por dois treinadores para a seleção brasileira: Dunga, em 2007, e Mano Menezes, em 2012. Com Felipão no comando do time nacional, o corintiano espera ter nova chance. Mas essa não parece ser sua prioridade.
- Eu sempre trabalho por etapas. Recuperei-me da lesão no ombro agora e espero ter boas atuações no Corinthians. Se eu for chamado para a Seleção, fico feliz. Não vou perder o sono se não for convocado. Mas é claro que sempre ficamos na expectativa. Os jogadores têm objetivos - declarou o campeão do mundo.
Na era Mano Menezes, a posição de goleiro era a principal indefinição do treinador. Em mais de dois anos de trabalho, 12 jogadores diferentes foram chamados para a posição. Dentre eles Cássio. Até aqui, Felipão fez apenas uma convocação. Chamou Julio Cesar, do inglês QPR, e Diego Alves, do Valencia, para o jogo com a Inglaterra.
Cássio não teve chance de ir para esse amistoso, vencido pelos ingleses por 2 a 1, porque ainda não tinha jogado pelo Corinthians. Mas agora que está recuperado de lesão no ombro esquerdo, o goleiro alvinegro quer participar de todas as partidas possíveis para voltar a ver o seu trabalho em destaque.
- Eu quero jogar. Fiquei bastante tempo fora e agora quero jogar todas. Perdi as partidas no começo do ano e é importante eu me preparar bem - finalizou Cássio.
Cassio, Treino da Seleção Brasileira, CT de Cotia (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)Última convocação de Cassio foi no Superclássico de 2012 (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)
O retorno do goleiro está programado para o próximo domingo, contra o Palmeiras, no estádio do Pacaembu, pela oitava rodada do Campeonato Paulista. Na quarta-feira seguinte, dia 20, contra o San José, na Bolívia, o Timão faz sua estreia na Taça Libertadores da América, em busca do bicampeonato.
Com essas partidas e mais as que estão por vir nas duas competições, Cássio terá tempo de mostrar trabalho a Felipão. A seleção brasileira volta a se reunir nos dias 21 e 25 de março para os amistosos contra Itália (em Genebra, na Suíça) e Rússia (em Londres, na Inglaterra), respectivamente.

Baraúnas procura novo treinador após a saída de Filinto Holanda

Técnico não aguentou pressão da torcida e disse que não havia mais clima para continuar no clube, apesar de ser o vice-líder do Campeonato Potiguar

Por GLOBOESPORTE.COM Mossoró, RN
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Filinto Holanda, técnico do Baraúnas (Foto: Divulgação)Técnico Filinto Holanda deixou o comando do
Baraúnas no carnaval (Foto: Divulgação)
O Baraúnas está em busca de um novo comandante para a sequência do Campeonato Potiguar. O treinador Filinto Holanda entregou o cargo à diretoria e, desta vez, não tem volta.
Pressionado pela torcida e vaiado após o empate com o Corintians-RN, no sábado, Filinto disse que não havia mais clima para continuar no tricolor. Filinto já havia pedido para sair ao final do clássico com o Potiguar, quando o Baraúnas perdeu por 2 a 0, mas foi demovido da ideia pela diretoria do clube.
Agora, o treinador já deixou Mossoró e os dirigentes trabalham para definir o próximo comandante. O nome de Paulo Moroni, que já trabalhou no Leão, é o mais cotado. Ele atualmente dirige o Parnahyba, do Piauí, adversário do ABC na Copa do Brasil.
Filinto Holanda comandou o Baraúnas em nove jogos oficiais e entregou a equipe na segunda posição do Campeonato Estadual, com 17 pontos. Foram cinco vitórias, dois empates e duas derrotas.
O Baraúnas volta a campo nesta Quarta-feira de Cinzas, em confronto com o líder Santa Cruz-RN, fora de casa. Paulo Renato, preparador de goleiros, comanda o time interinamente.

Sem goleiro Andrey, ABC está
pronto para confronto contra o ASA

Lopes será o dono da camisa nº 1 mais uma vez. Edson volta após cumprir suspensão automática e deve retomar lugar no meio-campo do alvinegro

Por GLOBOESPORTE.COM Natal
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Edson, volante do ABC (Foto: Tiago Menezes)Edson reaparece entre relacioandos e deve ser
titular nesta quarta-feira (Foto: Tiago Menezes)
O ABC está pronto para o primeiro duelo com o ASA pelas quartas de final da Copa do Nordeste. A partida está marcada para a Quarta-feira de Cinzas, às 19h15 (horário local), no Estádio Coaracy Fonseca, em Arapiraca. O único desfalque do time alvinegro é o goleiro Andrey, que voltou a sentir a lesão na lombar e foi vetado pelo departamento médico. Lopes será titular mais uma vez.
Entre os jogadores relacionados, as novidades são o volante Edson, que cumpriu suspensão contra o Ceará; o também volante Simão, promovido do time sub-20; e o atacante Jheimy, recém-contratado junto ao Atlético-MG.
- A gente está concentrado para fazer um grande jogo, já pensando no primeiro objetivo nosso que é chegar à decisão da Copa do Nordeste e, quem sabe, ser campeão - declarou Jheimy, antes do embarque para Maceió, onde o time está concentrado.
Os laterais Thiaguinho e Jeff Silva e o atacante Júnior ficaram em Natal para intensificar os treinos físicos para recuperar o melhor condicionamento. O ABC deve jogar com Lopes; Renato, Flávio Boaventura, Vinicius e Alexandre; Edson, Hamilton, Júnior Xuxa e Jean Carioca; Vanderlei e Rodrigo Silva.
Givanildo Oliveira, técnico alvinegro, quer conquistar a vantagem em Arapiraca.
- Foi muito boa esta guinada que nós demos para melhor. É manter o ritmo, sabendo que cada jogo que vem é um daifucldade muito grande. E mata-mata, então, é complicado. Nós temos que ganhar o jogo lá (Arapiraca), fazer uma vantagem e decidir em casa - lembrou o treinador Givanildo Oliveira.
Relacionados:
Goleiros: Lopes e Rafael;
Laterais: Alexandre e Renato;
Zagueiros: Flávio Boaventura, Vinicius e Gladstone;
Volantes: Hamilton, Edson, Bileu e Simão;
Meias: Raul, Walter Minhoca, Jean Carioca e Júnior Xuxa;
Atacantes: Rodrigo Silva, Vanderlei, Jheimy e Romarinho.

Navio militar que integra missão no Líbano atraca no Porto de Natal

Fragata "Liberal" integra Força Tarefa Marítima da ONU no oeste asiático.
Mais de 250 militares estão na missão. Navio ficará em Natal até quarta (13)

Jocaff Souza Do G1, em Natal
Comente agora
Uma embarcação da Marinha do Brasil que realiza ações de pacificação e treinamento à militares no Líbano atracou na manhã deste sábado (9) no Porto de Natal. A fragata, denominada “Liberal”, está há dez meses no mar Mediterrâneo, monitorando a costa do país asiático que faz fronteira com Israel. A região é considerada pela Organização das Nações Unidas uma das mais perigosas do mundo.
Fragata Liberal atracou no Porto de Natal neste sábado (Foto: Jocaff Souza/G1)Fragata Liberal atracou no Porto de Natal neste sábado (Foto: Jocaff Souza/G1)
O navio integra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), entidade criada pelo Conselho de Segurança da ONU para impedir a entrada no território libanês de armamento ilegal e drogas, oriundos do país israelense, como também controlar todas as embarcações na área de operações marítimas, delimitada num espaço de mais de 100 milhas náuticas, o que corresponde a 200 quilômetros de área a ser fiscalizada. Uma parte desse contingente de militares atua na fronteira terrestre do Líbano com Israel e tem o objetivo de evitar confrontos armados entre israelenses e a milícia xiita Hezbollah. Seis forças militares integram essa força tarefa marítima, criada a partir de uma resolução: Brasil, Alemanha, Bangladesh, Indonésia, Turquia e Grécia.
Comandante José Luiz Ferreira Canela, Capitão de Fragata da Marinha do Brasil (Foto: Cleber Ribeiro)Com. José Luiz Ferreira Canela, Capitão de Fragata
da Marinha do Brasil (Foto: Cleber Ribeiro)
O comandante da embarcação é o capitão de fragata José Luiz Ferreira Canela, que há 27 anos faz parte da Força Militar Brasileira. Para o capitão, que lidera uma tripulação de mais de 250 militares, atuar no Oriente Médio é extremamente perigoso, devido ao clima de tensão nos países. “A região do Oriente Médio é um ambiente onde ocorrem diversos conflitos e para que a tripulação não ficasse apreensiva, fizemos um trabalho de conscientização, com o auxílio de um unidade de assistência social da própria Marinha brasileira, formada por psicólogos”, explica capitão Canela.
Outra forma de manter a serenidade dos militares foi com a ajuda da tecnologia. De acordo com o comandante da Fragata, um grande aparato tecnológico foi instalado no navio para que a tripulação pudesse se comunicar com os familiares. “Sabemos que essa missão tinha um clima diferente, porque existia a possibilidade real de entrarmos em conflito com outras tropas. Por conta disso, foi solicitado um esquema de antenas via satélite, para que a nossa tripulação tenha acesso à internet e possa conversar com sua família. Isso motiva o grupo e faz com que o trabalho fique menos estressante”, conta.
Segundo o capitão Canela, a passagem por Natal também serve como um “período de arejamento” para os militares, pois muitos estão há tempos longe de casa e em determinado momento tem o seu rendimento profissional diminuído. “Além da questão logística, nossa passagem por Natal é importante, por questões logísticas para o reabastecimento da embarcação e serve também para que a nossa tripulação possa sair um pouco do navio para manter a estabilidade emocional, já que ficamos muito tempo nesse ambiente de área de conflito. Muitos dos nossos homens são da região Nordeste do Brasil e as famílias acabam se programando para se encontrar e matar a saudade”, explica.
Percurso paradisíaco
A fragata Liberal embarcou para a missão o extremo oeste asiático no dia 10 de abril de 2012, para iniciar a “Operação Líbano II”. Durante o percurso, fizeram duas paradas para reabastecimento, sendo a primeira no Porto Las Palmas, nas Ilhas Canárias, e a segunda na Base de Taranto, na Itália. A chegada ao Líbano foi um mês após o embarque, com a responsabilidade de ser a primeira força de paz a serviço da ONU naquela região.
Durante o período em que permaneceu em operação, a fragata Liberal recebeu visitas protocolares e de membros da ONU para verificar o desenvolvimento da ação. Em território asiático, os militares brasileiros foram responsáveis por um “período de adestramento” com a tropa libanesa, que dispunha de pouco contingente e tecnologia. O comandante da embarcação explica que o treinamento é simples, mas que exigiu dos militares brasileiros uma motivação especial para auxiliar a Marinha do Líbano. “Ao chegarmos no Líbano, fomos convocados para um adestramento com os militares libaneses. Eles não possuem tanta tecnologia como a nossa Marinha, tão pouco um número equivalente a nossa tropa. Mas sobrou disposição e vontade de aprender as instruções. Isso motivou ainda mais os nossos homens, que puderam passar um pouco da experiência militar”, destacou o capitão de fragata Canela.
Existia a possibilidade real de entrarmos em conflito com outras tropas"
 Capitão de Fragata Canela, Comandante da Fragata Liberal
A saída da tripulação de Beirute, capital libanesa, aconteceu no dia 16 de janeiro deste ano. Segundo o capitão Canela, a volta foi bastante complicada, pois a embarcação enfrentou um mar revolto e com grandes ondas, que passavam dos três metros de altura. “Nossa embarcação balançava muito e a tripulação precisou redobrar a atenção. Foram alguns momentos de tensão, mas que serve de aprendizagem para todos nós”, conta.
Ao passar pela Itália, a fragata Liberal atracou no Porto de Civitavecchia, na cidade de Roma, onde participaram de uma audiência com o Papa Bento XVI e representantes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). De lá, a embarcação passou pela região de Tenerife, maior ilha do arquipélago das Canárias, que pertence à Espanha. Em Natal, a Fragata e sua tripulação ficarão atracadas até a próxima quarta-feira (13), onde seguem viajem para o Rio de Janeiro.
Estrutura moderna
Comandante Canela mostra a cabine de manobra da Fragata Liberal (Foto: Jocaff Souza/G1)Comandante Canela mostra a cabine de manobra da Fragata Liberal (Foto: Jocaff Souza/G1)
A embarcação é o quarto navio da Classe Niterói, construída em janeiro de 1975, na cidade de Woolton, na Inglaterra. Sua estreia nos mares foi em 7 de fevereiro de 1977. Em 18 de novembro de 1978, a Fragata foi incorporada à Marinha do Brasil. Desde então, realiza operações com navios da Esquadra Brasileira em território nacional e internacional.
Sua tripulação é composta por 29 oficiais e 250 praças, dividida em quatro departamentos – armamento, operações, máquinas e intendência. Para a “Operação Líbano II”, um grupo do Destacamento de Mergulhadores de Combate, formado por nove militares, foi designado para ficar de prontidão, caso houvesse qualquer conflito. Outro grupo, formado por 19 fuzileiros navais, fez o suporte para a segurança da embarcação durante toda o período em operação.
Helicóptero Super Lynx AH-11A auxilia nas ações da Força Tarefa Marítima  (Foto: Jocaff Souza/G1)Helicóptero Super Lynx AH-11A auxilia nas açõa da
Força Tarefa Marítima (Foto: Jocaff Souza/G1)
As instalações são modernas e possuem equipamentos tecnológicos de alta precisão, como sensores aéreos e aquáticos para detectar e identificar embarcações, além de uma artilharia de combate, composta por lançadores de mísseis e foguetes, canhões, metralhadoras e uma aeronave, o helicóptero Super Lynx AH-11A, foi utilizada com armamento para a superfície, que serve de apoio para ações de combate e resgate de feridos.
O navio possui quatro motores e duas turbinas, que utilizados em força máxima, atingem uma velocidade de até 31 nós, o que representa em média 60 quilômetros.
“Filho da terra”
Uma experiência inesquecível. É assim que muitos militares relatam sobre as ações e os serviços praticados ao longo desses dez meses fora do país. Para um deles, a emoção da volta é ainda mais especial, já que é nascido aqui em Natal. O sargento Marcos Santos é especialista em operação de sonar e trabalha numa das áreas mais críticas da embarcação, o centro de operações de combate.
Centro de Operações de Combate da Fragata Liberal (Foto: Jocaff Souza/G1)Centro de Operações de Combate da embarcação
(Foto: Jocaff Souza/G1)
O local é fechado e todos os militares permanecem o dia inteiro concentrados numa sala fechada, atentos a qualquer embarcação que possa vir em direção à Fragata. Segundo o sargento, todo período fora de casa se torna um aprendizado a mais para a carreira do militar. “É uma experiência profissional e pessoal inesquecível. Conheci muitos lugares e vi muitas situações diferentes do meu dia a dia. Fica aquele sentimento de dever cumprido e de muito orgulho em fazer parte dessa força de paz”, conta o militar.
Natalense de nascimento, Marcos fala da emoção de reencontrar a família e da responsabilidade de honrar a sua atividade. “A felicidade é muito grande, principalmente por estar em Natal, já que sou filho da terra, como costumamos falar. Quando estamos em ação e dizemos que somos brasileiros, a recepção é diferenciada. Isso mostra a responsabilidade que temos com a nossa pátria e com o nosso serviço”, conta.
Sargento Marcos Santos reencontra a família após dez meses em serviço (Foto: Jocaff Souza/G1)Sargento Marcos Santos reencontra a família após dez meses em serviço (Foto: Jocaff Souza/G1)
Emoção compartilhada pelo pai dele, Manoel Bezerra. Sem encontrar seu há quase um ano, o pai não aguentou a saudade e chorou ao revê-lo. “É muito gratificante ter um filho participando dessa operação. Me traz muito orgulho, como também para toda a família”, relata.

Colisão entre Fiat Uno e carreta mata pai e filho na BR-304, no RN

Segundo a PRF, acidente aconteceu na Reta Tabajara, próximo a Macaíba.
Mãe e outro filho do casal (que estava na cadeirinha) sobreviveram.

Anderson Barbosa Do G1 RN
Comente agora
Carreta saiu da pista e o Fiat Uno ficou completamente destruído após a colisão na BR-304, em Macaíba (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)Carreta saiu da pista e o Fiat Uno ficou completamente destruído após a colisão na BR-304, em Macaíba
(Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
Uma colisão frontal, envolvendo um Fiat Uno e uma carreta, resultou na morte de pai e filho no final da tarde desta terça-feira (12), na BR-304, trecho conhecido como Reta Tabajara, já nas proximidades do município de Macaíba, na região da Grande Natal. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista do carro, identificado como Nuremberg Pereira de Araújo Filho, e o filho dele, Pedro Leones Toscano Pereira, de sete anos, morreram no local. A PRF confirmou que o menino estava no banco traseiro, mas não usava cinto de segurança.
Nuremberg e Joana Darc (Foto: Reprodução/Facebook)Nuremberg e Joana Darc (Foto: Reprodução/Facebook)
Ainda de acordo com a PRF, a mulher do motorista, Joana Darc Toscano Silva Pereira, de 34 anos, sofreu ferimentos graves, mas foi socorrida consciente ao hospital. Outro filho do casal, um menino de três anos - que estava na cadeirinha do automóvel - escapou com ferimentos leves.
Já o condutor da carreta, Jeferson de Oliveira Gomes, de 25 anos, não sofreu ferimentos. Ele foi conduzido à Delegacia de Plantão da zona Sul de Natal, onde prestou esclarecimentos. Segundo o agente Flávio Medeiros, da PRF, o motorista relatou em depoimento que foi o Fiat Uno o causador do acidente, após invadir a faixa contrária da pista.
A informação foi confirmada pelo policial rodoviário. “Este é um trecho perigoso, onde acontecem muitos acidentes. A maioria, por imprudência dos motoristas”, disse o agente.
Nuremberg era natural da cidade de São Tomé, a pouco mais de 100 quilômetros de Natal, e trabalhava no setor jurídico do Sindicato dos Bancários do RN.