Para eles, Neymar é um menino fanfarrão. Borges, artilheiro do Brasileirão, leva muita sorte. O líder Corinthians, uma aberração da bola nacional. Está nessa posição por mera sorte, uma “convergência de fatores favoráveis”, como disse um comentarista puxando por erres, em carregado sotaque local.
Se o Corinthians fosse o Flamengo, já teriam entrado em êxtase. Caso Neymar atuasse em qualquer clube de lá (poderia ser até no America) seria o novo Pelé. Aliás, nota zero para Caio Junior. Depois de apanhar do Santos por 2 a 0 cometeu a heresia de dizer: “Uma mistura entre Neymar e Louco Abreu resultaria no Pelé”.
Esse Louco Abreu não é melhor do que o Luan (Palmeiras), do que menino Henrique (São Paulo) e fica devendo um pouco para o Taubaté (reserva no Corinthians). O tempo passou, mas coleguinhas do Rio não conseguem enxergar além do Cristo Redendor e do Bondinho do Corcovado.
E assim caminha a mediocridade…
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